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História do Mundo de Lineage
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História do Mundo de Lineage
O Mundo de Lineage
Prólogo:
"Ele
inspirou profundamente, inalando a fumaça, e deixou sair vagarosamente.
Grande parte de sua face estava escondida atrás de um rígido e antigo
elmo, atrás dele somente a escuridão. Na pequena claridade de seu
cachimbo, era impossível de ver seu semblante claramente.
Ele se
introduziu como um bardo - mas ninguém acreditou, pois sua voz era
ríspida e rouca - e nós ficamos desconfiados que ele viajou pela
perigosa floresta sozinho.

Entretanto,
ele nos ofereceu contar uma historia, se nós dividíssemos nossa comida
e o calor do nosso fogo com ele. Nós aceitamos, nós não podíamos deixar
aquele viajante para a floresta fria. Nós nos fizemos confortáveis em
volta do fogo, deixando nossas armas prontas para serem usadas em caso
de perigo, e esperamos a história dele começar. A noite estava muito
fria, e sua voz grossa, e baixa carregada quietamente através da
montanha, colocando seu cachimbo de lado, ele abriu sua boca e começou
a falar."
Episódio 1: Gênese

"A
história que estou para contar a vocês é sobre aqueles que chamamos de
deuses. Escutem cuidadosamente, pois essa é a verdadeira história...
Há
muito tempo atrás, em um tempo nunca dantes imaginado, havia somente um
globo em que toda criação foi concentrada. Como não existia nada para
se comparar, o globo era grande, escuro e brilhante, tudo e nada.
Mais
de cem milhões de anos depois, o globo começou a crescer, e
eventualmente dois poderes começaram a crescer vagarosamente dentro
dele. À medida que cresciam, os poderes desenvolveram consciência e
ego, e se separaram em uma luz branca e a escuridão. A luz branca se
formou como uma mulher, e se auto-intitulou como Einhasad. A escuridão
como homem, e se chamou de Gran Kain. Estes dois seres marcaram o
inicio do universo inteiro, como nós conhecemos hoje.
Einhasad
e Gran Kain juntaram suas forças para saírem do globo. Com essa ação o
globo foi estilhaçado em pedaços de todos os tipos. Alguns pedaços
levantaram e formaram o céu, alguns caíram para se tornarem o chão.
Entre o céu e o chão, teve a água, e algumas partes levantaram para se
tornar a terra.
O espírito do globo foi chamado de Ether, que
também foi estilhaçado com a quebra do globo. Isto trouxe os vários
animais e plantas a nascer. "Criatura do Gênesis", foi formada deste
espírito, e gigantes foram os melhores da espécie. Eles foram chamados
como Os Sábios, por sua inteligência que era tão grande quanto seus
fortes corpos. Os gigantes prometeram manter sua fé em Einhasad e em
Gran Kain, como foram as ações dos dois Deuses que criaram a vida e o
mundo. Einhasad e Gran Kain ficaram satisfeitos com os gigantes e
transformaram nos mestres de todas criaturas vivas. Isto foi antes da
morte e do verdadeiro paraíso existirem.
Einhasad e Gran Kain
tiveram muitos filho-deuses. Os primeiros cinco dessas crianças,
receberam o poder da autoridade sobre a terra. A filha mais velha,
Shilen, ficou a encargo da água. O filho mais velho, Paagrio,
controlava o fogo, e a segunda filha, Maphr, era dona da terra. O
segundo filho, Sayha, se transformou no mestre dos ventos. Para a mais
nova, Eva, não sobrara nenhum elemento, então ela criou os poemas e a
música. Enquanto os outros deuses estavam ocupados com suas
responsabilidades, Eva escreveu poemas e os temperou com música. E
então a era dos deuses começou, e não existia um só lugar na Terra
desconhecida por eles."
Episodio 2: Criação das Raças

Einhasad
era a deusa da criação e criou formas usando seu próprio espírito. Seus
filhos usaram seu próprio poder para criar vida dessas formas.
Shilen incutiu o espírito da água na primeira forma criada. E assim os elfos foram criados.
Paagrio incutiu o espírito do fogo na segunda forma criada. E assim os orcs foram criados.
Maphr incutiu o espírito da terra na terceira forma. E assim os anões foram criados.
Sayha incutiu o espírito dos ventos na quarta forma. E assim a raça dos arteias foi criada.
Gran
Kain era um deus da destruição. Quando ele viu o trabalho de Einhasad,
ele ficou curioso e com inveja. Ele imitou Einhasad e criou uma forma
em sua própria imagem. E então ele foi ver Shilen, sua filha mais
velha, e pediu a ela para incutir o espírito na forma. Shilen ficou
bastante surpresa e falou a ele, "Pai, por quê você quer fazer tal
coisa? Minha mãe, Einhasad, é a responsável pela criação. Por favor,
não tente fazer um trabalho que não é seu. Uma criatura que recebe a
vida de um deus da destruição, não vai trazer nada alem de desastre”.
Porem Gran Kain não desistiu.
Após muita conversa e persuasão, finalmente ele conseguiu o consentimento de Shilen.
"Então faze-lo-ei. Mas eu já dei o espírito da água para a Mãe. Então a única coisa que eu posso te dar são as sobras”.
Shilen deu o espírito das águas podres e estagnadas para Gran Kain. E ele orgulhosamente as aceitou.
Todavia,
Gran Kain sentiu que um espírito só não era o suficiente para sua
criação. Então ele foi até Paagrio, seu filho mais velho. Como Shilen,
Paagrio também advertiu seu pai. Mas, ele não pode negar Gran Kain.
Então ele deu o espírito do fogo morto para Gran Kain. E ele
orgulhosamente aceitou.
Maphr também ajudou seu pai com lágrimas
nos olhos, mas acabou dando a ele o espírito do barro e da terra
contaminada para seu pai. Sayha, em sua vez, deu a seu pai o espiro dos
ventos selvagens e violentos.
Satisfeito, Gran Kain pegou tudo que
foi dado a ele e gritou, "Olhem para as criaturas que eu estou fazendo!
Olhem enquanto eles nascem com o espírito das águas, fogo, terra e
vento. Eles vão ser mais fortes e inteligentes do que os gigantes! Eles
vão dominar o mundo!”
Gran Kain gritou com um grande orgulho, para
todo mundo e incutiu o espírito nas criações feito a sua imagem. Porem,
o resultado foi terrível. Suas criações eram fracas, estúpidas, e
covardes. Todos os outros deuses despeitaram as criações de Gran Kain.
Caído pela vergonha de sua falha, Gran Kain abandonou suas criações e
se escondeu por um tempo. Essas criaturas foram chamadas de humanos.
A
raça dos elfos era sábia e sabia como fazer magia. Mas ainda assim eram
menos sábias que os gigantes. Assim, gigantes deixaram os elfos
servirem eles na política e atividades mágicas.
A raça dos orcs
era forte. Eles possuíam força inesgotável e grande força de vontade.
Mas, não eram tão fortes quanto os gigantes. Assim, os gigantes
deixaram os orcs servirem eles na guerra.
A raça dos anões era
hábil. Eles eram grandes engenheiros, ótimos matemáticos, e excelentes
em criar. Os gigantes deixaram os anões com os bancos e o trabalho de
manufatura.
A raça alada de Arteias era amante da liberdade, e
possuía grande curiosidade. Os gigantes queriam capturar e subjugar as
criaturas voadoras, mas assim que uma arteia foi trancafiada numa
jaula, ela rapidamente perdeu suas forças e morreu. Os gigantes sem
escolha deixaram as arteiras voarem livres. As arteias visitam a cidade
dos gigantes para darem noticias de outras partes do mundo.
Humanos
não puderam fazer nada bem, então viraram escravos dos gigantes,
fazendo todo tipo de trabalho menor. A vida dos humanos não era melhor
do que a de nenhum animal."
Episódio 3: Guerra dos Deuses

"Gran
Kain era um deus livre e desprendido. Entretanto, ele cometeu um grande
erro seduzindo Shilen, sua filha mais velha. Eles tiveram um caso,
evitando os olhares de Einhasad, até Shilen ficar grávida. Quando
Einhasad descobriu, ela ficou furiosa. Tirando a posição da sua filha
de Deusa das águas, Einhasad baniu Shilen do continente. Gran Kain
virou as costas para a situação e Shilen foi deixada ao destino
sozinha.
Enquanto grávida Shilen fugiu para o Leste. No centro da
floresta negra, ela deu a luz -- amaldiçoando Einhasad e Gran Kain cada
um com uma dor terrível.
Os bebês nascidos das horríveis dores do
parto de Shilen e do desespero e raiva da maldição delas tornam-se
demônios. Entre eles, fortíssimas criaturas chamadas de Dragões.
Nasceram
seis dragões das maldições feitas contra os seis deuses. Shilen se
encheu de raiva sobre Einhasad que a baniu, e contra Gran Kain que a
seduziu e então a abandonou. Juntando a força de seus filhos, ela criou
uma armada para punir os deuses.
O mais forte dos dragões foi
ordenado a ficar a frente da armada de demônios para lutar contra os
deuses. Ouvindo isso, Aulakiria, o dragão da luz, olhou para Shilen com
seus olhos entristecidos e falou.
"Mãe, você não sabe o que está
fazendo. Você realmente quer a destruição eterna dos Deuses? Você
realmente quer seu pai, mãe e irmãos caídos no chão em piscinas de seu
próprio sangue?"
Sua apelação não mudou a cabeça de Shilen.
Finalmente,
os demônios invadiram o palácio onde os deuses vivem, e uma batalha
sangrenta começou. Os seis dragões destruíram tudo no palácio dos
Deuses. Até mesmo os deuses ficaram intimidados com o poder incrível
dos dragões. A batalha parecia que não ia terminar nunca. Mas, se a
guerra não parasse, o mundo poderia deixar de existir, e então todas as
coisas vivas iriam ser aniquiladas.
Milhares de mensageiros dos
Deuses, e demônios foram destruídos ou banidos. Todos os dias tinham
raios e trovões, como se grandes forças batessem violentamente nos
céus. Gigantes e outras criaturas vivas da terra tremeram enquanto
observavam a terrível luta nos céus.
A batalha continuou por
longos anos, e eventualmente o balanço pendia para um lado. Mesmo tendo
sofrido muitos ferimentos, os poderes de Einhasad e Gran Kain foram
mais fortes e destruíram muitos demônios.
Os Dragões continuaram a
lutar, mas eles foram profundamente feridos e deixados com várias
cicatrizes. A fadiga começou a ficar mais aparente. Depois de um tempo,
pareceu que a guerra iria chegar ao fim, com a exterminação da armada
de Shilen. No fim os dragões abriram suas asas e voaram para a terra
para escapar. Os demônios sobreviventes os seguiram. Os deuses quiseram
matar a armada em fuga. Mas, devido as suas feridas, tudo que eles
puderam fazer foi olhar os dragões e os demônios partirem.
Como as
crianças de Shilen morrendo uma por uma e com a perda da guerra. Shilen
não aguentou sua tristeza, ela inventou o Underworld e reinou sobre
ele."
Episódio 4: A grande inundação

"Depois
que Shilen se foi, Eva herdou a autoridade sobre as águas. Mas Eva
tinha uma natureza tímida e depois de ver o terrível destino da sua
irmã e a guerra entre os deuses, ela se tornou ainda mais temerosa.
Tentando evitar o peso da responsabilidade que caiu sobre ela, ela
cavou um túnel no fundo de um lago e se escondeu.
Não tendo nenhum
deus para governá-los, os espíritos das águas ficaram sem propósito, e
começaram a vagar sem rumo. Muita água fluiu para um lugar e o
transformou em um grande pântano. A água não fluía nunca para outro
lugar, então se formou um deserto. Algumas vezes, partes do continente,
de repente afundavam no oceano, ou uma nova ilha subitamente aparecia
do nada. Em alguns lugares, chovia dia e noite até tudo exceto o topo
das mais altas montanhas ficava submerso.
Onde houvesse qualquer
pedaço de terra acima da água, todas as criaturas vivas se abandavam
para preservar suas vidas e o pedaço de terra virava um pandemônio.
Tanto no continente quanto no oceano, todas as criaturas sofreram. Pela
vida das criaturas, os gigantes foram pedir ajuda aos Deuses.
Einhasad e Gran Kain procuraram em todo o continente e finalmente acharam o lago que Eva se escondia.
"Eva,
olhe o que aconteceu porquê você fugiu da sua responsabilidade. Você
está destruindo a harmonia desse continente que nós criamos com tanto
esforço. Eu não vou tolerar mais seus desalentos.” Einhasad estava tão
enraivecida que seus olhos brilharam em chamas.
Por causa das
inundações, vários gigantes fugiram para o mundo de Shilen. Isso fez
Einhasad ficar com inveja de Shilen, tremendo de medo, Eva acabou se
rendendo a sua mãe. Quando Eva tomou a autoridade para ajustar as
águas, os desastres gradualmente foram parando. Mas, era impossível
restaurar o continente que estava em ruínas.
Episódio 5 - Desafio dos Gigantes

Os
gigantes começaram a ficar pessimista. Gran Kain já havia provado sua
estupidez criando uma forma de vida baixa, chamada de humano. Alem
disso, por causa da sua conduta e o ciúme de Einhasad, O Underworld foi
criado e vários demônios vieram a existir. Por causa da fraqueza e
incompetência de Eva, o continente estava um caos. Sementes de dúvida
começaram a nascer nas mentes dos gigantes. Será que esses deuses
mereciam sua adoração?
Gigantes começaram a andar em carruagens feitas com suas próprias mãos e entravam e saiam livremente pelo palácio dos deuses.
Eles puderam usar mágica para levantar uma ilha e viver no ar como deuses.
Eles
podiam prolongar sua expectativa de vida até parecer que iriam viver
pra sempre. Os gigantes começaram a pensar que os seus poderes eram
iguais aos dos deuses. Tirando sua sabedoria, eles ficaram extremamente
arrogantes.
E então os gigantes viraram deuses
Eles começaram
a experimentar modificando organismos vivos para criar novas formas de
vida. Os gigantes chamaram essa magia que tornava esses milagres
possíveis de "ciência".
Intoxicados pelo poder, os gigantes
organizaram uma forte armada para lutar contra os deuses mesmo tendo
visto a falha de Shilen, os seis dragões, e numerosos demônios tentando
a mesma coisa.
Os deuses viram as preparações e ficaram
enraivecidos. Einhasad, que clamou o direito de criar vida, ficou sem
palavras com a sua fúria. Ela jurou destruir todos os gigantes no
continente e no mundo inteiro. Gran Kain implorou para que ela ficasse
calma.
"Tanto quanto você é a mãe da criação", ele argumentou, "a
destruição é minha responsabilidade. Você sabe muito bem o que eu tive
que enfrentar quando entrei na sua tarefa”.
“Eu vou punir os
gigantes por sua conduta arrogante. Mas se você ainda quer destruir o
mundo inteiro, eu vou lutar contra você com tudo que eu tenho.” Gran
Kain não queria permitir a destruição do continente, não importava
como, e Einhasad ficou tremendamente ofendida pela intervenção de Gran
Kain. Porem, como eles eram de status igualitários, ela não podia
pará-lo.
Einhasad aceitou o argumento de Kain no final. Em ordem
de punir os gigantes, ela decidiu pegar o martelo de Gran Kain -
conhecido como o Martelo do Desespero. Por causa do seu poder
destrutivo, nem mesmo Gran Kain tinha usado a arma. Ainda em sua fúria,
Einhasad levantou o martelo acima de sua cabeça, e lançou bem no meio
da cidade dos gigantes.
Prólogo:
"Ele
inspirou profundamente, inalando a fumaça, e deixou sair vagarosamente.
Grande parte de sua face estava escondida atrás de um rígido e antigo
elmo, atrás dele somente a escuridão. Na pequena claridade de seu
cachimbo, era impossível de ver seu semblante claramente.
Ele se
introduziu como um bardo - mas ninguém acreditou, pois sua voz era
ríspida e rouca - e nós ficamos desconfiados que ele viajou pela
perigosa floresta sozinho.

Entretanto,
ele nos ofereceu contar uma historia, se nós dividíssemos nossa comida
e o calor do nosso fogo com ele. Nós aceitamos, nós não podíamos deixar
aquele viajante para a floresta fria. Nós nos fizemos confortáveis em
volta do fogo, deixando nossas armas prontas para serem usadas em caso
de perigo, e esperamos a história dele começar. A noite estava muito
fria, e sua voz grossa, e baixa carregada quietamente através da
montanha, colocando seu cachimbo de lado, ele abriu sua boca e começou
a falar."
Episódio 1: Gênese

"A
história que estou para contar a vocês é sobre aqueles que chamamos de
deuses. Escutem cuidadosamente, pois essa é a verdadeira história...
Há
muito tempo atrás, em um tempo nunca dantes imaginado, havia somente um
globo em que toda criação foi concentrada. Como não existia nada para
se comparar, o globo era grande, escuro e brilhante, tudo e nada.
Mais
de cem milhões de anos depois, o globo começou a crescer, e
eventualmente dois poderes começaram a crescer vagarosamente dentro
dele. À medida que cresciam, os poderes desenvolveram consciência e
ego, e se separaram em uma luz branca e a escuridão. A luz branca se
formou como uma mulher, e se auto-intitulou como Einhasad. A escuridão
como homem, e se chamou de Gran Kain. Estes dois seres marcaram o
inicio do universo inteiro, como nós conhecemos hoje.
Einhasad
e Gran Kain juntaram suas forças para saírem do globo. Com essa ação o
globo foi estilhaçado em pedaços de todos os tipos. Alguns pedaços
levantaram e formaram o céu, alguns caíram para se tornarem o chão.
Entre o céu e o chão, teve a água, e algumas partes levantaram para se
tornar a terra.
O espírito do globo foi chamado de Ether, que
também foi estilhaçado com a quebra do globo. Isto trouxe os vários
animais e plantas a nascer. "Criatura do Gênesis", foi formada deste
espírito, e gigantes foram os melhores da espécie. Eles foram chamados
como Os Sábios, por sua inteligência que era tão grande quanto seus
fortes corpos. Os gigantes prometeram manter sua fé em Einhasad e em
Gran Kain, como foram as ações dos dois Deuses que criaram a vida e o
mundo. Einhasad e Gran Kain ficaram satisfeitos com os gigantes e
transformaram nos mestres de todas criaturas vivas. Isto foi antes da
morte e do verdadeiro paraíso existirem.
Einhasad e Gran Kain
tiveram muitos filho-deuses. Os primeiros cinco dessas crianças,
receberam o poder da autoridade sobre a terra. A filha mais velha,
Shilen, ficou a encargo da água. O filho mais velho, Paagrio,
controlava o fogo, e a segunda filha, Maphr, era dona da terra. O
segundo filho, Sayha, se transformou no mestre dos ventos. Para a mais
nova, Eva, não sobrara nenhum elemento, então ela criou os poemas e a
música. Enquanto os outros deuses estavam ocupados com suas
responsabilidades, Eva escreveu poemas e os temperou com música. E
então a era dos deuses começou, e não existia um só lugar na Terra
desconhecida por eles."
Episodio 2: Criação das Raças

Einhasad
era a deusa da criação e criou formas usando seu próprio espírito. Seus
filhos usaram seu próprio poder para criar vida dessas formas.
Shilen incutiu o espírito da água na primeira forma criada. E assim os elfos foram criados.
Paagrio incutiu o espírito do fogo na segunda forma criada. E assim os orcs foram criados.
Maphr incutiu o espírito da terra na terceira forma. E assim os anões foram criados.
Sayha incutiu o espírito dos ventos na quarta forma. E assim a raça dos arteias foi criada.
Gran
Kain era um deus da destruição. Quando ele viu o trabalho de Einhasad,
ele ficou curioso e com inveja. Ele imitou Einhasad e criou uma forma
em sua própria imagem. E então ele foi ver Shilen, sua filha mais
velha, e pediu a ela para incutir o espírito na forma. Shilen ficou
bastante surpresa e falou a ele, "Pai, por quê você quer fazer tal
coisa? Minha mãe, Einhasad, é a responsável pela criação. Por favor,
não tente fazer um trabalho que não é seu. Uma criatura que recebe a
vida de um deus da destruição, não vai trazer nada alem de desastre”.
Porem Gran Kain não desistiu.
Após muita conversa e persuasão, finalmente ele conseguiu o consentimento de Shilen.
"Então faze-lo-ei. Mas eu já dei o espírito da água para a Mãe. Então a única coisa que eu posso te dar são as sobras”.
Shilen deu o espírito das águas podres e estagnadas para Gran Kain. E ele orgulhosamente as aceitou.
Todavia,
Gran Kain sentiu que um espírito só não era o suficiente para sua
criação. Então ele foi até Paagrio, seu filho mais velho. Como Shilen,
Paagrio também advertiu seu pai. Mas, ele não pode negar Gran Kain.
Então ele deu o espírito do fogo morto para Gran Kain. E ele
orgulhosamente aceitou.
Maphr também ajudou seu pai com lágrimas
nos olhos, mas acabou dando a ele o espírito do barro e da terra
contaminada para seu pai. Sayha, em sua vez, deu a seu pai o espiro dos
ventos selvagens e violentos.
Satisfeito, Gran Kain pegou tudo que
foi dado a ele e gritou, "Olhem para as criaturas que eu estou fazendo!
Olhem enquanto eles nascem com o espírito das águas, fogo, terra e
vento. Eles vão ser mais fortes e inteligentes do que os gigantes! Eles
vão dominar o mundo!”
Gran Kain gritou com um grande orgulho, para
todo mundo e incutiu o espírito nas criações feito a sua imagem. Porem,
o resultado foi terrível. Suas criações eram fracas, estúpidas, e
covardes. Todos os outros deuses despeitaram as criações de Gran Kain.
Caído pela vergonha de sua falha, Gran Kain abandonou suas criações e
se escondeu por um tempo. Essas criaturas foram chamadas de humanos.
A
raça dos elfos era sábia e sabia como fazer magia. Mas ainda assim eram
menos sábias que os gigantes. Assim, gigantes deixaram os elfos
servirem eles na política e atividades mágicas.
A raça dos orcs
era forte. Eles possuíam força inesgotável e grande força de vontade.
Mas, não eram tão fortes quanto os gigantes. Assim, os gigantes
deixaram os orcs servirem eles na guerra.
A raça dos anões era
hábil. Eles eram grandes engenheiros, ótimos matemáticos, e excelentes
em criar. Os gigantes deixaram os anões com os bancos e o trabalho de
manufatura.
A raça alada de Arteias era amante da liberdade, e
possuía grande curiosidade. Os gigantes queriam capturar e subjugar as
criaturas voadoras, mas assim que uma arteia foi trancafiada numa
jaula, ela rapidamente perdeu suas forças e morreu. Os gigantes sem
escolha deixaram as arteiras voarem livres. As arteias visitam a cidade
dos gigantes para darem noticias de outras partes do mundo.
Humanos
não puderam fazer nada bem, então viraram escravos dos gigantes,
fazendo todo tipo de trabalho menor. A vida dos humanos não era melhor
do que a de nenhum animal."
Episódio 3: Guerra dos Deuses

"Gran
Kain era um deus livre e desprendido. Entretanto, ele cometeu um grande
erro seduzindo Shilen, sua filha mais velha. Eles tiveram um caso,
evitando os olhares de Einhasad, até Shilen ficar grávida. Quando
Einhasad descobriu, ela ficou furiosa. Tirando a posição da sua filha
de Deusa das águas, Einhasad baniu Shilen do continente. Gran Kain
virou as costas para a situação e Shilen foi deixada ao destino
sozinha.
Enquanto grávida Shilen fugiu para o Leste. No centro da
floresta negra, ela deu a luz -- amaldiçoando Einhasad e Gran Kain cada
um com uma dor terrível.
Os bebês nascidos das horríveis dores do
parto de Shilen e do desespero e raiva da maldição delas tornam-se
demônios. Entre eles, fortíssimas criaturas chamadas de Dragões.
Nasceram
seis dragões das maldições feitas contra os seis deuses. Shilen se
encheu de raiva sobre Einhasad que a baniu, e contra Gran Kain que a
seduziu e então a abandonou. Juntando a força de seus filhos, ela criou
uma armada para punir os deuses.
O mais forte dos dragões foi
ordenado a ficar a frente da armada de demônios para lutar contra os
deuses. Ouvindo isso, Aulakiria, o dragão da luz, olhou para Shilen com
seus olhos entristecidos e falou.
"Mãe, você não sabe o que está
fazendo. Você realmente quer a destruição eterna dos Deuses? Você
realmente quer seu pai, mãe e irmãos caídos no chão em piscinas de seu
próprio sangue?"
Sua apelação não mudou a cabeça de Shilen.
Finalmente,
os demônios invadiram o palácio onde os deuses vivem, e uma batalha
sangrenta começou. Os seis dragões destruíram tudo no palácio dos
Deuses. Até mesmo os deuses ficaram intimidados com o poder incrível
dos dragões. A batalha parecia que não ia terminar nunca. Mas, se a
guerra não parasse, o mundo poderia deixar de existir, e então todas as
coisas vivas iriam ser aniquiladas.
Milhares de mensageiros dos
Deuses, e demônios foram destruídos ou banidos. Todos os dias tinham
raios e trovões, como se grandes forças batessem violentamente nos
céus. Gigantes e outras criaturas vivas da terra tremeram enquanto
observavam a terrível luta nos céus.
A batalha continuou por
longos anos, e eventualmente o balanço pendia para um lado. Mesmo tendo
sofrido muitos ferimentos, os poderes de Einhasad e Gran Kain foram
mais fortes e destruíram muitos demônios.
Os Dragões continuaram a
lutar, mas eles foram profundamente feridos e deixados com várias
cicatrizes. A fadiga começou a ficar mais aparente. Depois de um tempo,
pareceu que a guerra iria chegar ao fim, com a exterminação da armada
de Shilen. No fim os dragões abriram suas asas e voaram para a terra
para escapar. Os demônios sobreviventes os seguiram. Os deuses quiseram
matar a armada em fuga. Mas, devido as suas feridas, tudo que eles
puderam fazer foi olhar os dragões e os demônios partirem.
Como as
crianças de Shilen morrendo uma por uma e com a perda da guerra. Shilen
não aguentou sua tristeza, ela inventou o Underworld e reinou sobre
ele."
Episódio 4: A grande inundação

"Depois
que Shilen se foi, Eva herdou a autoridade sobre as águas. Mas Eva
tinha uma natureza tímida e depois de ver o terrível destino da sua
irmã e a guerra entre os deuses, ela se tornou ainda mais temerosa.
Tentando evitar o peso da responsabilidade que caiu sobre ela, ela
cavou um túnel no fundo de um lago e se escondeu.
Não tendo nenhum
deus para governá-los, os espíritos das águas ficaram sem propósito, e
começaram a vagar sem rumo. Muita água fluiu para um lugar e o
transformou em um grande pântano. A água não fluía nunca para outro
lugar, então se formou um deserto. Algumas vezes, partes do continente,
de repente afundavam no oceano, ou uma nova ilha subitamente aparecia
do nada. Em alguns lugares, chovia dia e noite até tudo exceto o topo
das mais altas montanhas ficava submerso.
Onde houvesse qualquer
pedaço de terra acima da água, todas as criaturas vivas se abandavam
para preservar suas vidas e o pedaço de terra virava um pandemônio.
Tanto no continente quanto no oceano, todas as criaturas sofreram. Pela
vida das criaturas, os gigantes foram pedir ajuda aos Deuses.
Einhasad e Gran Kain procuraram em todo o continente e finalmente acharam o lago que Eva se escondia.
"Eva,
olhe o que aconteceu porquê você fugiu da sua responsabilidade. Você
está destruindo a harmonia desse continente que nós criamos com tanto
esforço. Eu não vou tolerar mais seus desalentos.” Einhasad estava tão
enraivecida que seus olhos brilharam em chamas.
Por causa das
inundações, vários gigantes fugiram para o mundo de Shilen. Isso fez
Einhasad ficar com inveja de Shilen, tremendo de medo, Eva acabou se
rendendo a sua mãe. Quando Eva tomou a autoridade para ajustar as
águas, os desastres gradualmente foram parando. Mas, era impossível
restaurar o continente que estava em ruínas.
Episódio 5 - Desafio dos Gigantes

Os
gigantes começaram a ficar pessimista. Gran Kain já havia provado sua
estupidez criando uma forma de vida baixa, chamada de humano. Alem
disso, por causa da sua conduta e o ciúme de Einhasad, O Underworld foi
criado e vários demônios vieram a existir. Por causa da fraqueza e
incompetência de Eva, o continente estava um caos. Sementes de dúvida
começaram a nascer nas mentes dos gigantes. Será que esses deuses
mereciam sua adoração?
Gigantes começaram a andar em carruagens feitas com suas próprias mãos e entravam e saiam livremente pelo palácio dos deuses.
Eles puderam usar mágica para levantar uma ilha e viver no ar como deuses.
Eles
podiam prolongar sua expectativa de vida até parecer que iriam viver
pra sempre. Os gigantes começaram a pensar que os seus poderes eram
iguais aos dos deuses. Tirando sua sabedoria, eles ficaram extremamente
arrogantes.
E então os gigantes viraram deuses
Eles começaram
a experimentar modificando organismos vivos para criar novas formas de
vida. Os gigantes chamaram essa magia que tornava esses milagres
possíveis de "ciência".
Intoxicados pelo poder, os gigantes
organizaram uma forte armada para lutar contra os deuses mesmo tendo
visto a falha de Shilen, os seis dragões, e numerosos demônios tentando
a mesma coisa.
Os deuses viram as preparações e ficaram
enraivecidos. Einhasad, que clamou o direito de criar vida, ficou sem
palavras com a sua fúria. Ela jurou destruir todos os gigantes no
continente e no mundo inteiro. Gran Kain implorou para que ela ficasse
calma.
"Tanto quanto você é a mãe da criação", ele argumentou, "a
destruição é minha responsabilidade. Você sabe muito bem o que eu tive
que enfrentar quando entrei na sua tarefa”.
“Eu vou punir os
gigantes por sua conduta arrogante. Mas se você ainda quer destruir o
mundo inteiro, eu vou lutar contra você com tudo que eu tenho.” Gran
Kain não queria permitir a destruição do continente, não importava
como, e Einhasad ficou tremendamente ofendida pela intervenção de Gran
Kain. Porem, como eles eram de status igualitários, ela não podia
pará-lo.
Einhasad aceitou o argumento de Kain no final. Em ordem
de punir os gigantes, ela decidiu pegar o martelo de Gran Kain -
conhecido como o Martelo do Desespero. Por causa do seu poder
destrutivo, nem mesmo Gran Kain tinha usado a arma. Ainda em sua fúria,
Einhasad levantou o martelo acima de sua cabeça, e lançou bem no meio
da cidade dos gigantes.

Mumm-Ra- Número de Mensagens: 67
Idade: 17
Classe Base: Treasure Hunter
Lv:



Nick: JanI
K3LLy
Mumm-Ra
Data de inscrição: 18/07/2008

Episódio 6 - O fim das eras
"Somente quando chamas vermelhas caíram do céu
os gigantes repararam que eles cometeram um erro idiota. Eles juntaram
suas forças combinadas para tentar evitar o lançamento nervoso do
Martelo do Desespero por Einhasad.
Isso foi suficiente para
destruir a maior cidade do mundo, gigantes incontáveis e outras raças
foram instantaneamente esmagadas. Uma cratera foi feita na terra, e
imensas ondas cobriram a superfície. No fim, quase todos os gigantes
morreram.
Os gigantes que conseguiram sobreviver, fugiram para
o leste numa tentativa de evitar a fúria de Einhasad. Sua rota foi
paralela a de Shillen na sua luta. Einhasad continuou a caçá-los, e
queimou os gigantes até a morte um por um com raios. Os remanescentes
tremeram de medo e rezaram pra Gran Kain.
"Gran Kain, Gran
Kain! Nós vimos nossos erros. Somente você pode parar com a fúria e
loucura de Einhasad. Não nos deixe morrer, nós que nascemos do mesmo
lugar que você, nós que fomos as mais sábias e fortes criaturas da
terra!“
Gran Kain subitamente sentiu uma grande pena dessas
pobres criaturas e pensou que os gigantes já tinham sofrido o
suficiente por sua transgressão. Ele levantou as mais profundas águas
dos mares do sul e bloqueou o caminho de Einhasad.
Einhasad gritou enraivecida, “O QUE É ISSO?!?! Quem OUSA me interferir?!?!”.
Eva, minha filha amada, tire a água que bloqueia meu caminha agora, ou esteja pronta pra seguir os passos de sua irmã!
Eva
ficou com medo de Einhasad e imediatamente retornou as águas para os
mares. Einhasad continuou a enfrentar os gigantes, matando um por um.
Os gigantes clamaram por Gran Kain de novo.
“Gran Kain! O mais
poderoso dos deuses! Einhasad continua a nos enfrentar”, determinada a
nos exterminar! Nós rezamos por você, por favor, tenha clemência e nos
salve!"
Gran Kain levantou a terra em que os gigantes estavam.
A grande muralha escondeu os gigantes de Einhasad e ela gritou em voz
alta.
“Maphr, minha filha amada! Quem ousa interferir o meu
caminho?! Coloque a terra de volta em seu lugar AGORA. Ou esteja pronta
para enfrentar o caminho de sua irmã."
Com medo dessas palavras, Maphr tentou abaixar a terra novamente, mas Gran Kain a parou.
"Einhasad,
porque você não desiste? Toda terra já sabe de sua fúria e treme diante
de você. Os sábios porem idiotas gigantes viram que estavam errados no
seu âmago. Veja por você mesma! A raça de criaturas nobres e orgulhosas
-- Que por uma vez governaram a terra -- está se escondendo num pequeno
pedaço de terra e tremendo de medo tentando escapar de você! Eles não
podem mais enfrentar os deuses. Este lugar vai ser a prisão deles
eternamente. Acalme-se, sua vingança está completa."
Einhasad
continuou com sua raiva, mas ela não podia ir contra os desejos de Gran
Kain -- Ele possuía força igual. Ela decidiu então, como Gran Kain
tinha falado, que era melhor deixar os gigantes naquele pequeno pedaço
de terra barrenta para sempre lembrarem seus pecados do que matá-los.
Ela terminou sua caçada e retornou a sua casa.
Depois disso,
Einhasad raramente interferiu com os acontecimentos na Terra, por ter
ficado muito desapontada com os seres Terrestres. Gran Kain também
acordou de não se mostrar mais para a Terra. A era dos deuses estavam
chegando a um fim."
Episódio7: De volta ao acampamento
"O estranho fez uma pausa em sua história.
Envolvidos
pelo conto, nós nem nos movemos enquanto ele relatava a história do
nosso mundo. Sua voz, forte, penetrava fundo em nossas cabeças -- como
se fosse de natureza mágica.
O mito que ele contou foi
completamente diferente daquele que conhecemos, mas ninguém protestou.
Nós, os mais experientes guerreiros de todas as terras, fomos tomados
pelo estrangeiro, completamente nervosos e temerosos daquele mero
homem. Quando uma coruja que estava próxima levantou vôo, nos trememos
com a sua batida de asa.
O estrangeiro deu uma leve risada, levou o cachimbo a sua boca, e continuou sua historia.
“Não
deixem minha história de lado automaticamente porque é diferente
daquelas que vocês sabem sobre os deuses. Não existe nenhuma prova que
o seu clero está mais perto da verdade do que um poeta errante. A
história dos deuses é o desejo deles, não dos humanos. Então, como
meros padres saberiam a verdade? Ouçam de novo enquanto eu continuo”.
Esta é a história da terra depois que os deuses desapareceram. É a sua própria história".
Episódio 8 - O Resultado
"O
mundo caiu em uma grande turbulência com o sumiço repentino dos
gigantes. Acostumados com a liderança dos gigantes, os elfos, elfos
negros, anões e humanos, deram de cara com a dura realidade de viver
por si próprios. No topo dessa medonha mudança, o mundo em que eles
viveram está destruído com o golpe do Martelo do Desespero. Muitos
morreram durante os desastres forjados por Einhasad, e muitos mais
morreram em no caos e confusão subseqüentes. As raças da terra pediram
fervorosamente aos deuses por salvação, mas os deuses não responderam.
Os
primeiros a tomar controle da situação foram os elfos, por eles terem
sido a raça responsável pela política durante o tempo dos gigantes. Os
elfos tiveram sucesso em unificar as raças e continuaram com suas
vidas. Mas à medida que o tempo passava, ficava aparente que os elfos
não tinham a mesma capacidade de governar que os gigantes. Os primeiros
que se levantaram
contra os elfos foram os orcs.
"Os elfos
são mais fortes que nós? NÃO! Os elfos tem o direito de nos governar?
NÃO! Nós não podemos aceitar que aqueles que são mais fracos que nós se
atrevam a ficar acima!"
A força militar dos orcs era poderosa,
e, tendo vivido somente em paz, os elfos não foram nenhum desafio para
os orgulhosos e corajosos orcs. A maioria da terra virou território orc
em um instante, e os elfos foram jogados para um canto do continente.
Lá os elfos pediram ajuda dos anões, que com sua grande riqueza e armas
superiores, poderiam dar uma chance aos elfos de se defender dos orcs.
"Raça
da terra”, os elfos gritaram, "Venham a nossa ajuda. As violentas
hordas dos orcs perseguiram-nos com sua esmagadora força. Venham ---
vamos lutar contra eles juntos."
Mas os anões friamente
recusaram ajudar os elfos. Na visão deles, o mundo tinha virado a favor
dos orcs. Não havia nenhuma razão para os pragmáticos anões ficarem do
lado dos fracos. Os elfos ficaram enraivecidos, mas não podiam mudar a
decisão deles.
Os elfos então decidiram buscar ajuda da raça
do vento - os arteias. Suas habilidades de reconhecimento e ataques
aéreos podiam ser a ajuda necessária para os elfos terem seu triunfo
sobre os orcs. Uma delegação elfa viajou aos confins da terra para
procurar a ajuda dos arteias.
"Raça do vento, venha a nossa
ajuda! Os barbarescos orcs estão nos oprimindo com sua tremenda força.
Vamos nos juntar e mostrar a eles sua estupidez!"
Mas, como
sempre, os arteias não estavam interessados em políticas ou guerras da
terra. Eles determinaram em não tomar nenhum lado e se esconderem mais
profundamente nas ilhas. Os elfos entraram em desespero.
"Meu
deus, ninguém vai nos ajudar! Será esse o fim de nossa espécie? Será
que os asquerosos orcs vão tomar as terras e clamar toda glória e
riqueza como se fossem deles?"
Episódio 9 - Uma nova aliança
"Colocados
pra baixo pelos pragmáticos anões e pelos sempre neutros arteias, os
elfos foram deixados sem nenhum aliado para guerrear contra os orcs.
Olhando
com pesar para o seu destino, os elfos foram surpreendidos por um
estranho dentro das suas forças. O estranho ajoelhou perante o rei
elfo, que fitou bem perto para descobrir que o estranho ser era um
representante dos humanos. O estrangeiro vestia uma coroa feita de
galhos de arvores.
"O que deseja, líder dos pobres humanos?” o rei elfo perguntou, “Você veio rir de nossos esforços?"
O humano curvou sua cabeça e falou, "Não sábio rei. Nós viemos ver se nossa fraca armada podia ser de qualquer ajuda."
Os elfos regogizaram! mesmo sendo os humanos fracos, sua numerosidade poderia ser de grande ajuda na batalha.
"Muito
recomendável de sua parte, rei humano.” o rei elfo concordou. "Seres
insignificantes vocês podem ser, mas sua lealdade devotada e vontade de
sacrificar suas vidas por nós são admiráveis. Entre na batalha para
ganhar e vocês terão posição igual a nós."
O rei humano se
curvou humildemente perante o rei elfo, então levantou sua cabeça,
olhando sua contraparte elfica. "Nobre rei elfo,” ele falou, "Nós
humanos temos somente um pedido a fazer antes de entrar em batalha pela
gloriosa vitória da raça élfica. Nossos poderes são muito fracos.
Nossos dentes não podem nem arranhar a pele dos orcs e nossas unhas são
inúteis contra seus músculos. Nós imploramos, dê a nós o poder para
lutar contra eles. Ensine-nos o conhecimento de sua magia"
Esta
proposta corajosa deixou os elfos chocados e furiosos. Ensinar magia
pros humanos? NUNCA! Eles fizeram gestos, invocando magias para
transformarem os humanos em cinzas, mas a líder elfa Veora intercedeu.
Ela achou que o pedido não era nenhum problema e devia ser honrado. Os
humanos eram muito fracos e sem dúvida eles iriam ser derrotados pelos
orcs se não fossem
ajudados. E com suas mentes inferiores, os
humanos não seriam nenhum problema, será que eles conseguiriam aprender
a magia? E então ela fez uma proposição que mais tarde custaria sua
vida.
Os humanos rapidamente absorveram os conhecimentos
mágicos, aprendendo muito mais rápidos que os elfos anteciparam. Os
corpos humanos, não eram tão fortes quanto os dos orcs, foram
fortificados pelo constante trabalho e lutas entre eles. Eles eram
extremamente hábeis com suas mãos e puderam empunhar armas com grande
destreza. E mais que qualquer coisa, seus números
eram imensos e impressivos. Num pequeno espaço de tempo, a armada humana se tornou uma grande força."
Episódio 10: O aliado se torna inimigo
"A
aliança elfo-humana começou gradualmente a ganhar dos orcs. As marés
das batalhas viraram a favor da aliança, os anões trocaram sua lealdade
dos orcs e começaram a construir suprimentos de batalha para os
humanos. Com as armaduras resistentes e armas afiadas dos anões, os
humanos puderam agora derrotar o exército orc sem a ajuda dos elfos.
Os
elfos ficaram preocupados, mesmo com o numero de vitórias da aliança
crescendo. Eles puderam sentir que os humanos estavam crescendo em
poder, ficando fora de seu controle. Ainda assim os elfos não deixaram
seu desconforto se transformar em preocupação, pois eles não poderiam
imaginar que o mais fraco deles todos - o lixo humano - pudesse
conceber uma revolução. E com a vitória final sobre os orcs chegando,
os elfos não tinham tempo para se preocupar com os humanos. Os humanos
continuaram a aprender formas de magia mais elevadas, e eventualmente a
guerra terminou com a vitória da aliança elfo-humana. Os orcs foram
forçados a assinar um humilhante tratado de paz, e rapidamente
retrocederam para a salva guarda de seus lares ao norte de Elmore.
O
líder dos orcs riu enquanto ia embora, "Elfos estúpidos. A vitória não
é sua, mas desses humanos sujos. Como vocês vão conseguir controlar
esses monstros que criaram?"
A verdade nas suas palavras ácidas,
os elfos agora enfrentam um novo problema - os humanos. Mas depois da
longa batalha, os elfos foram deixados cansados e fracos para lutar. Em
contraste, os humanos com seus novos poderes mágicos, estavam fortes. E
então, os humanos se levantaram contra os elfos.
Tarde demais,
os elfos viram que eles colocaram sob suas asas dragões. Uma batalha
selvagem de magia contra magia uma vez mais balançou a terra. Mas os
elfos estavam muito fracos para suprimir a força dos humanos. Os elfos
vagarosamente foram subjugados até que foram forçados a fugir para a
segurança da sua floresta. Da sua posição segura, eles se prepararam
para a batalha final contra os humanos. A magia elfa era mais forte
nessas florestas e eles usaram essa vantagem para tentar uma vitória no
final.
Os elfos cavaram cavernas profundas que rapidamente
ecoaram com o bater de espadas e gritos de guerra. Mas os vitoriosos
depois de três meses de batalha foram os humanos. Mesmo o orgulho
élfico, nem seus poderes mágicos das florestas élficas, nem mesmo a
magia superior dos elfos, puderam fazer nada contra o grande número de
soldados humanos. Os elfos sofreram um grande dano e conseguiram
escapar floresta adentro. Na sua fuga, eles invocaram barreiras
místicas absurdamente fortes em volta de suas florestas prevenindo
assim de outras raças atravessarem-na.
E então, os humanos se tornaram os conquistadores de toda terra."
Episodio 11: O Retorno para a fogueira
O estranho olhou, sua ultima historia terminada.
O
conto estava diferente de qualquer outro que ele tivesse escutado, no
entanto era estranhamente familiar. A bela donzela élfica em sua
companhia sentou-se quieta, lágrimas escorrendo em seus olhos.
A
noite havia escurecido enquanto o estranho falava e agora os barulhos
das criaturas selvagens não eram mais ouvidos. O vento tinha parado de
balançar os galhos acima, e mesmo o correr da agua num corrego ali
perto parecia calado e suave. Apenas o som das nossas próprias
respirações e o estalar da madeira queimando espalhavam-se pela noite.
Parecia que toda a natureza ao redor havia parado de respirar para
escutar bem a historia contada na fogueira.
Nos inclinamos mais para perto quando o estranho, limpando sua garganta com uma tosse suave recomeçou.
"Então.
Não é irônico, que as criaturas mais fracas de todas, os humanos,
conseguiram obter a posse desta terra? Mas isto é o resultado da
vontade humana. Nem mesmo os deuses imaginaram que algum dia os humanos
se tornariam os reis do mundo.
"Agora, eu vou contar para
vocês a historia do reino humano mais brilhante que já existiu. Esta é
a historia dos humanos que trilharam o mesmo caminho dos gigantes".
os gigantes repararam que eles cometeram um erro idiota. Eles juntaram
suas forças combinadas para tentar evitar o lançamento nervoso do
Martelo do Desespero por Einhasad.
Isso foi suficiente para
destruir a maior cidade do mundo, gigantes incontáveis e outras raças
foram instantaneamente esmagadas. Uma cratera foi feita na terra, e
imensas ondas cobriram a superfície. No fim, quase todos os gigantes
morreram.
Os gigantes que conseguiram sobreviver, fugiram para
o leste numa tentativa de evitar a fúria de Einhasad. Sua rota foi
paralela a de Shillen na sua luta. Einhasad continuou a caçá-los, e
queimou os gigantes até a morte um por um com raios. Os remanescentes
tremeram de medo e rezaram pra Gran Kain.
"Gran Kain, Gran
Kain! Nós vimos nossos erros. Somente você pode parar com a fúria e
loucura de Einhasad. Não nos deixe morrer, nós que nascemos do mesmo
lugar que você, nós que fomos as mais sábias e fortes criaturas da
terra!“
Gran Kain subitamente sentiu uma grande pena dessas
pobres criaturas e pensou que os gigantes já tinham sofrido o
suficiente por sua transgressão. Ele levantou as mais profundas águas
dos mares do sul e bloqueou o caminho de Einhasad.
Einhasad gritou enraivecida, “O QUE É ISSO?!?! Quem OUSA me interferir?!?!”.
Eva, minha filha amada, tire a água que bloqueia meu caminha agora, ou esteja pronta pra seguir os passos de sua irmã!
Eva
ficou com medo de Einhasad e imediatamente retornou as águas para os
mares. Einhasad continuou a enfrentar os gigantes, matando um por um.
Os gigantes clamaram por Gran Kain de novo.
“Gran Kain! O mais
poderoso dos deuses! Einhasad continua a nos enfrentar”, determinada a
nos exterminar! Nós rezamos por você, por favor, tenha clemência e nos
salve!"
Gran Kain levantou a terra em que os gigantes estavam.
A grande muralha escondeu os gigantes de Einhasad e ela gritou em voz
alta.
“Maphr, minha filha amada! Quem ousa interferir o meu
caminho?! Coloque a terra de volta em seu lugar AGORA. Ou esteja pronta
para enfrentar o caminho de sua irmã."
Com medo dessas palavras, Maphr tentou abaixar a terra novamente, mas Gran Kain a parou.
"Einhasad,
porque você não desiste? Toda terra já sabe de sua fúria e treme diante
de você. Os sábios porem idiotas gigantes viram que estavam errados no
seu âmago. Veja por você mesma! A raça de criaturas nobres e orgulhosas
-- Que por uma vez governaram a terra -- está se escondendo num pequeno
pedaço de terra e tremendo de medo tentando escapar de você! Eles não
podem mais enfrentar os deuses. Este lugar vai ser a prisão deles
eternamente. Acalme-se, sua vingança está completa."
Einhasad
continuou com sua raiva, mas ela não podia ir contra os desejos de Gran
Kain -- Ele possuía força igual. Ela decidiu então, como Gran Kain
tinha falado, que era melhor deixar os gigantes naquele pequeno pedaço
de terra barrenta para sempre lembrarem seus pecados do que matá-los.
Ela terminou sua caçada e retornou a sua casa.
Depois disso,
Einhasad raramente interferiu com os acontecimentos na Terra, por ter
ficado muito desapontada com os seres Terrestres. Gran Kain também
acordou de não se mostrar mais para a Terra. A era dos deuses estavam
chegando a um fim."
Episódio7: De volta ao acampamento
"O estranho fez uma pausa em sua história.
Envolvidos
pelo conto, nós nem nos movemos enquanto ele relatava a história do
nosso mundo. Sua voz, forte, penetrava fundo em nossas cabeças -- como
se fosse de natureza mágica.
O mito que ele contou foi
completamente diferente daquele que conhecemos, mas ninguém protestou.
Nós, os mais experientes guerreiros de todas as terras, fomos tomados
pelo estrangeiro, completamente nervosos e temerosos daquele mero
homem. Quando uma coruja que estava próxima levantou vôo, nos trememos
com a sua batida de asa.
O estrangeiro deu uma leve risada, levou o cachimbo a sua boca, e continuou sua historia.
“Não
deixem minha história de lado automaticamente porque é diferente
daquelas que vocês sabem sobre os deuses. Não existe nenhuma prova que
o seu clero está mais perto da verdade do que um poeta errante. A
história dos deuses é o desejo deles, não dos humanos. Então, como
meros padres saberiam a verdade? Ouçam de novo enquanto eu continuo”.
Esta é a história da terra depois que os deuses desapareceram. É a sua própria história".
Episódio 8 - O Resultado
"O
mundo caiu em uma grande turbulência com o sumiço repentino dos
gigantes. Acostumados com a liderança dos gigantes, os elfos, elfos
negros, anões e humanos, deram de cara com a dura realidade de viver
por si próprios. No topo dessa medonha mudança, o mundo em que eles
viveram está destruído com o golpe do Martelo do Desespero. Muitos
morreram durante os desastres forjados por Einhasad, e muitos mais
morreram em no caos e confusão subseqüentes. As raças da terra pediram
fervorosamente aos deuses por salvação, mas os deuses não responderam.
Os
primeiros a tomar controle da situação foram os elfos, por eles terem
sido a raça responsável pela política durante o tempo dos gigantes. Os
elfos tiveram sucesso em unificar as raças e continuaram com suas
vidas. Mas à medida que o tempo passava, ficava aparente que os elfos
não tinham a mesma capacidade de governar que os gigantes. Os primeiros
que se levantaram
contra os elfos foram os orcs.
"Os elfos
são mais fortes que nós? NÃO! Os elfos tem o direito de nos governar?
NÃO! Nós não podemos aceitar que aqueles que são mais fracos que nós se
atrevam a ficar acima!"
A força militar dos orcs era poderosa,
e, tendo vivido somente em paz, os elfos não foram nenhum desafio para
os orgulhosos e corajosos orcs. A maioria da terra virou território orc
em um instante, e os elfos foram jogados para um canto do continente.
Lá os elfos pediram ajuda dos anões, que com sua grande riqueza e armas
superiores, poderiam dar uma chance aos elfos de se defender dos orcs.
"Raça
da terra”, os elfos gritaram, "Venham a nossa ajuda. As violentas
hordas dos orcs perseguiram-nos com sua esmagadora força. Venham ---
vamos lutar contra eles juntos."
Mas os anões friamente
recusaram ajudar os elfos. Na visão deles, o mundo tinha virado a favor
dos orcs. Não havia nenhuma razão para os pragmáticos anões ficarem do
lado dos fracos. Os elfos ficaram enraivecidos, mas não podiam mudar a
decisão deles.
Os elfos então decidiram buscar ajuda da raça
do vento - os arteias. Suas habilidades de reconhecimento e ataques
aéreos podiam ser a ajuda necessária para os elfos terem seu triunfo
sobre os orcs. Uma delegação elfa viajou aos confins da terra para
procurar a ajuda dos arteias.
"Raça do vento, venha a nossa
ajuda! Os barbarescos orcs estão nos oprimindo com sua tremenda força.
Vamos nos juntar e mostrar a eles sua estupidez!"
Mas, como
sempre, os arteias não estavam interessados em políticas ou guerras da
terra. Eles determinaram em não tomar nenhum lado e se esconderem mais
profundamente nas ilhas. Os elfos entraram em desespero.
"Meu
deus, ninguém vai nos ajudar! Será esse o fim de nossa espécie? Será
que os asquerosos orcs vão tomar as terras e clamar toda glória e
riqueza como se fossem deles?"
Episódio 9 - Uma nova aliança
"Colocados
pra baixo pelos pragmáticos anões e pelos sempre neutros arteias, os
elfos foram deixados sem nenhum aliado para guerrear contra os orcs.
Olhando
com pesar para o seu destino, os elfos foram surpreendidos por um
estranho dentro das suas forças. O estranho ajoelhou perante o rei
elfo, que fitou bem perto para descobrir que o estranho ser era um
representante dos humanos. O estrangeiro vestia uma coroa feita de
galhos de arvores.
"O que deseja, líder dos pobres humanos?” o rei elfo perguntou, “Você veio rir de nossos esforços?"
O humano curvou sua cabeça e falou, "Não sábio rei. Nós viemos ver se nossa fraca armada podia ser de qualquer ajuda."
Os elfos regogizaram! mesmo sendo os humanos fracos, sua numerosidade poderia ser de grande ajuda na batalha.
"Muito
recomendável de sua parte, rei humano.” o rei elfo concordou. "Seres
insignificantes vocês podem ser, mas sua lealdade devotada e vontade de
sacrificar suas vidas por nós são admiráveis. Entre na batalha para
ganhar e vocês terão posição igual a nós."
O rei humano se
curvou humildemente perante o rei elfo, então levantou sua cabeça,
olhando sua contraparte elfica. "Nobre rei elfo,” ele falou, "Nós
humanos temos somente um pedido a fazer antes de entrar em batalha pela
gloriosa vitória da raça élfica. Nossos poderes são muito fracos.
Nossos dentes não podem nem arranhar a pele dos orcs e nossas unhas são
inúteis contra seus músculos. Nós imploramos, dê a nós o poder para
lutar contra eles. Ensine-nos o conhecimento de sua magia"
Esta
proposta corajosa deixou os elfos chocados e furiosos. Ensinar magia
pros humanos? NUNCA! Eles fizeram gestos, invocando magias para
transformarem os humanos em cinzas, mas a líder elfa Veora intercedeu.
Ela achou que o pedido não era nenhum problema e devia ser honrado. Os
humanos eram muito fracos e sem dúvida eles iriam ser derrotados pelos
orcs se não fossem
ajudados. E com suas mentes inferiores, os
humanos não seriam nenhum problema, será que eles conseguiriam aprender
a magia? E então ela fez uma proposição que mais tarde custaria sua
vida.
Os humanos rapidamente absorveram os conhecimentos
mágicos, aprendendo muito mais rápidos que os elfos anteciparam. Os
corpos humanos, não eram tão fortes quanto os dos orcs, foram
fortificados pelo constante trabalho e lutas entre eles. Eles eram
extremamente hábeis com suas mãos e puderam empunhar armas com grande
destreza. E mais que qualquer coisa, seus números
eram imensos e impressivos. Num pequeno espaço de tempo, a armada humana se tornou uma grande força."
Episódio 10: O aliado se torna inimigo
"A
aliança elfo-humana começou gradualmente a ganhar dos orcs. As marés
das batalhas viraram a favor da aliança, os anões trocaram sua lealdade
dos orcs e começaram a construir suprimentos de batalha para os
humanos. Com as armaduras resistentes e armas afiadas dos anões, os
humanos puderam agora derrotar o exército orc sem a ajuda dos elfos.
Os
elfos ficaram preocupados, mesmo com o numero de vitórias da aliança
crescendo. Eles puderam sentir que os humanos estavam crescendo em
poder, ficando fora de seu controle. Ainda assim os elfos não deixaram
seu desconforto se transformar em preocupação, pois eles não poderiam
imaginar que o mais fraco deles todos - o lixo humano - pudesse
conceber uma revolução. E com a vitória final sobre os orcs chegando,
os elfos não tinham tempo para se preocupar com os humanos. Os humanos
continuaram a aprender formas de magia mais elevadas, e eventualmente a
guerra terminou com a vitória da aliança elfo-humana. Os orcs foram
forçados a assinar um humilhante tratado de paz, e rapidamente
retrocederam para a salva guarda de seus lares ao norte de Elmore.
O
líder dos orcs riu enquanto ia embora, "Elfos estúpidos. A vitória não
é sua, mas desses humanos sujos. Como vocês vão conseguir controlar
esses monstros que criaram?"
A verdade nas suas palavras ácidas,
os elfos agora enfrentam um novo problema - os humanos. Mas depois da
longa batalha, os elfos foram deixados cansados e fracos para lutar. Em
contraste, os humanos com seus novos poderes mágicos, estavam fortes. E
então, os humanos se levantaram contra os elfos.
Tarde demais,
os elfos viram que eles colocaram sob suas asas dragões. Uma batalha
selvagem de magia contra magia uma vez mais balançou a terra. Mas os
elfos estavam muito fracos para suprimir a força dos humanos. Os elfos
vagarosamente foram subjugados até que foram forçados a fugir para a
segurança da sua floresta. Da sua posição segura, eles se prepararam
para a batalha final contra os humanos. A magia elfa era mais forte
nessas florestas e eles usaram essa vantagem para tentar uma vitória no
final.
Os elfos cavaram cavernas profundas que rapidamente
ecoaram com o bater de espadas e gritos de guerra. Mas os vitoriosos
depois de três meses de batalha foram os humanos. Mesmo o orgulho
élfico, nem seus poderes mágicos das florestas élficas, nem mesmo a
magia superior dos elfos, puderam fazer nada contra o grande número de
soldados humanos. Os elfos sofreram um grande dano e conseguiram
escapar floresta adentro. Na sua fuga, eles invocaram barreiras
místicas absurdamente fortes em volta de suas florestas prevenindo
assim de outras raças atravessarem-na.
E então, os humanos se tornaram os conquistadores de toda terra."
Episodio 11: O Retorno para a fogueira
O estranho olhou, sua ultima historia terminada.
O
conto estava diferente de qualquer outro que ele tivesse escutado, no
entanto era estranhamente familiar. A bela donzela élfica em sua
companhia sentou-se quieta, lágrimas escorrendo em seus olhos.
A
noite havia escurecido enquanto o estranho falava e agora os barulhos
das criaturas selvagens não eram mais ouvidos. O vento tinha parado de
balançar os galhos acima, e mesmo o correr da agua num corrego ali
perto parecia calado e suave. Apenas o som das nossas próprias
respirações e o estalar da madeira queimando espalhavam-se pela noite.
Parecia que toda a natureza ao redor havia parado de respirar para
escutar bem a historia contada na fogueira.
Nos inclinamos mais para perto quando o estranho, limpando sua garganta com uma tosse suave recomeçou.
"Então.
Não é irônico, que as criaturas mais fracas de todas, os humanos,
conseguiram obter a posse desta terra? Mas isto é o resultado da
vontade humana. Nem mesmo os deuses imaginaram que algum dia os humanos
se tornariam os reis do mundo.
"Agora, eu vou contar para
vocês a historia do reino humano mais brilhante que já existiu. Esta é
a historia dos humanos que trilharam o mesmo caminho dos gigantes".

Mumm-Ra- Número de Mensagens: 67
Idade: 17
Classe Base: Treasure Hunter
Lv:



Nick: JanI
K3LLy
Mumm-Ra
Data de inscrição: 18/07/2008

Episódio 12 - História Reescrita
Durante as longas batalhas contra os orcs e os
elfos, os seres humanos começaram a dar forma entre seus grupos a seus
primeiros reinos. O grupo central era composto do clan Athena e dos
humanos hábeis em magia. Protegeram seu grupo com seu poder, mantiveram
a ordem com ameaças, e tornaram-se ocasionalmente envolvidos em
pequenas e grandes batalhas.
A ordem foi restabelecida rapidamente
quando o líder de Athena, Shuniman, uniu as regiões conhecidas como
Aden e Elmore. Chamou seu reino de Elmoreden e estabeleceu-se como o
imperador. A coroa da ramificação da árvore que adornava a testa de
seus antepassados transformou-se em uma coroa do ouro com as jóias
resplandecendo em sua testa. Tornou-se conhecido como uma presença
quase igual aos deuses nos louros de seus seguidores.
O imperador
Shuniman preocupou-se com a limitação de vida dos seres humanos. De
fato que Gran Kain, deus da morte e da destruição, era seu criador e
deu aos seres humanos um complexo de inferioridade. Adicionalmente, as
histórias que foram criadas pelos amantes separados de outras raças
estavam humilhando profundamente os governantes das novas terras. Para
seu reino novo, necessitaram de um novo mito; uma nova história que
provasse o quanto eram nobres.
Eventualmente, e com uma reforma
religiosa em grande escala, Shuniman fez de Einhasad a deusa dos seres
humanos em vez de Gran Kain. O mito e a história foram mudados e os
seguidores de Gran Kain que praticavam a magia negra foram perseguidos.
A reforma religiosa continuada para gerações e eventualmente todos os
seres humanos acreditaram que Einhasad, deusa de bem, era sua criadora
e Gran Kain era simplesmente o deus do mal. Quando aprenderam isso,
Gran Kain riu aceitando.
"Mesmo se eles não me servem, eu não
ficarei irritado. Mas tolos seres humanos, não importa como vocês
tentam cobrir o céu com suas mãos, é o céu verdadeiramente menor do que
seu braço?"
Episódio 13 - Elmoreden e Perios
"Enquanto o
imperador Shuniman e o reino de Elmoreden cresciam e prosperidade, a
região de Gracia através do mar retumbava ainda com tumultos. A
geografia de Gracia era variada e perigosa e enquanto muitos grupos de
humanos batalhavam para ter o controle, nenhum grande poder tinha
emergido para unificar o governo. Os reinos pequenos pontilharam a
paisagem, reivindicando pedaços da terra como seus e conduzindo
escaramuças menores a grandes batalhas enquanto se esforçaram para ter
o domínio.
O dia veio quando o forte exército de Elmoreden invadiu
a terra através da ponte ocidental do mar e os reinos de Gracia foram
forçados a se aliar em sua própria defesa. Muitos da realeza e da
aristocracia foram escravizados na invasão. A aristocracia sobrevivente
cresceu no poder. No final, a invasão de Elmoreden foi repelida,
contudo serviu criar uma fundação para o reino unificado de Gracia.
Este reino foi nomeado Perios.
Depois disso, Perios e Elmoreden
tornaram-se fechados no sentido de esforço para a dominação. Elmoreden,
que tinha estabelecido primeiramente um reino unificado e possuía um
grande poder militar, era imensamente superior. Mas Perios tinha sua
próprias vantagens. Primeiramente, o mar que separa os reinos limitou
as rotas de ataque de Elmoreden. Também com grande importância, o povo
de Perios possuía relíquias poderosas deixadas para trás pelos gigantes
que poderiam ser usados como vantagem militar.
Mesmo com seu poder de opressão, no fim as forças militares do reino de Elmoreden não podiam conquistar Perios."
Episódio 14 - Beleth e a Ivory tower
O
reino de Elmoreden era a morada da torre do marfim, uma instituição
para aprendizagem de magia. Os magos que trabalham dentro da torre do
marfim trabalharam para recuperar, estudar, e melhorar através da magia
dos antigos gigantes. O heroísmo mágico dos eruditos da torre era
grande, e sua influência no reino estava próxima a do imperador de
Elmoreden.
Entre aqueles da torre de marfim era Beleth, o mago
mais forte de todos e um dos maiores gênios que já andaram sobre a
terra. Ele tornou-se obcecado com a mágica dos gigantes e controlado a
adquirir quase todas suas forças. Mas o poder dos gigantes era um poder
amaldiçoado impróprio para seres humanos, e tendo o alcançado, a
ambição de Beleth e sede para por controlar a terra cresceram
enormemente. Alarmado, o reino e os magos da torre de marfim combinaram
forças para livrar-se de Beleth. Mas Beleth possuía força e poder
extremos nas artes das trevas.
Finalmente, os magos da torre de
marfim usaram a esquecida e proibida mágica das trevas para suprimir o
poder de Beleth mas foi apenas o bastante para prendê-lo e sela-lo nas
masmorras abaixo da torre. Contudo apesar dos cavalheiros e dos magos
que guardam o selo, Beleth sucedeu em quebrar o selo e em escapar. Ele
Fugiu para Hellbound para recuperar sua força e continuar em sua
ambição de conquistar a terra.
A Magia negra lançada para prender
Beleth teve um outro efeito. As porções a sul da região conhecida agora
como Gludio estava envolvida pela magia negra, e muitos seres humanos
foram mortos quando os feitiços foram lançados. O reino responsabilizou
Beleth e espalhou a noticia que Beleth era um diabo entre homens.
Episódio 15 - Discórdia elfica
Uma
grande mudança ocorreu nas florestas elficas nesta era. Tendo perdido o
controle do continente para os humanos, os elfos perderam gradualmente
sua confiança. Todos esqueceram de sua ambição de governar a terra e
tornaram-se satisfeitos com suas vidas calmas nas florestas.
Havia
um grupo conhecido como os elfos marrons que ficaram descontentes com a
complacência dos elfos. Possuíam uma forte ambição, insistiam que a
batalha com os seres humanos devia continuar, mesmo se significasse
usar a magia negra proibida. Entretanto, esta proposta encontrou uma
oposição violenta dos outros elfos.
Durante este tempo, um mago humano apareceu entre os elfos marrons e, aproximando do seu líder, falou.
"Rei
dos elfos marrons você deseja o poder. Mas os fracos elfos da árvore e
seus apoiadores temem que você alcance o grande poder que você merece.
Eles se preocupam somente se você os atacará ou os trará uma praga
maior provocando os humanos.” É foram aqueles pensamentos fracos que
criaram a atual fraqueza na raça elfica.
O líder de elfos marrons respondeu, "Quem é você, mago humano? Que objetivo você tem para nos enganar?"
“Meu
nome é Dasparion e eu sou um mero mago. Mas eu possuo a força que você
deseja. Eu posso ajudar lhe a alcançar suas ambições em retorno você
deve me dar o que eu desejar."
"O que você deseja? E o que pode ser?"
“Sua
juventude. O segredo da vida eterna; Um ligeiro sorriso apareceu nos
cantos da boca de Dasparion.” Embora eu possa ser hábil na magia, eu
ainda sou humano minha extensão de vida não passa de cem anos. Então, o
rei dos elfos marrons, qual é a sua decisão? Nós podemos ajudar um ao
outro com o que desejamos."
Seduzido pelos poder da magia negra
que Dasparion possuía, os elfos marrons aceitaram sua proposta e
aprenderam as artes negras sob sua tutela. Dasparion adquiriu por sua
vez o conhecimento da imortalidade e deixou a floresta satisfeito.
Sabendo
destes eventos, os elfos baniram os elfos marrons, que tinham
abandonado Einhasad e vieram seguir Gran Kain. Uma batalha seguiu entre
todos os elfos. Os elfos marrons, agindo em um plano de Dasparion,
usaram um feitiço mortal para aniquilar os elfos da árvore. Mas os
elfos da árvore, com sua respiração acabando, colocaram uma maldição em
sobre os elfos marrons. A maldição apodreceu as madeiras dos elfos e
eles se transformaram na raça da escuridão. Depois disso, os elfos
marrons foram conhecidos como elfos negros.
Episódio 16 - Fim de uma era de ouro
A
era de ouro de Elmoreden veio aproximadamente mil anos após seu
estabelecimento, durante o reinado do imperador Baium. Com grande
carisma e habilidades de liderança, Baium criou o mais forte exército
da história do reino. Este exército dirigiu-se aos orcs, que tiveram
influência considerável nas áreas ao norte de Elmore, nas florestas
negras, conhecidas mais tarde como o reino dos Orcs. Além disso, o
exército de Baium conduziu repetidos ataques contra o reino de Perios,
e ocupou eventualmente as partes ao sul de Gracia.
Com o passar
dos anos, Baium perdeu o interesse nas conquistas e usou as forças do
reino para começar a construção de uma torre que levanta-se acima das
nuvens.
“Meu nome inspira medo em cada canto do continente.
Dezenas de milhares das vidas podem ser perdidos ou salvas pelo
movimento de minha mão. Meu poder é absoluto. Que eu possa ter somente
este poder por algumas décadas, eu não posso aceitar! Não eu obterei a
vida eterna dos deuses e governarei meu reino eternamente!"
A
torre magnífica que Baium projetou levou trinta anos para ser
construída. Pretendeu usar a torre para escalar à residência dos deuses
e obter o segredo da vida eterna. Quando escalou a torre, os deuses
objetaram seu plano e deram-lhe esta resposta:
"Criança dos
humildes seres humanos, e um humilde humano você é: Você ousa sujar
nosso domicílio para conseguir sua vida eterna? Você não aprendeu nada
da lição dos gigantes? Muito bem, se a vida eterna for o que você
deseja, nós conceder-lhe-emos seu pedido. Mas você nunca deixará sua
torre."
Por ter trazido a fúria dos deuses sobre si, Baium ficou
preso por toda a eternidade no alto de sua torre. Após o
desaparecimento repentino do imperador, uma competição feroz estourou
entre membros da família real cada um se via apto para o ascender ao
trono. Os numerosos aristocratas viram também a oportunidade de estacar
sua reivindicação ao trono, deixando o reino inteiro de Elmoreden
enredado em conflito interno. Os custos e as exigências de trabalho
para a construção da torre tinham enfraquecido o reino. O conflito e a
fraqueza adicionados sobre o trono vago eram a última palha que
faltava. O reino resplandecente de Elmoreden, poderoso no continente
por mais do que mil anos caiu em declínio rápido. Dentro de uns meros
vinte anos, o reino estava dissolvido.
Episodio 17: O Retorno para a fogueira
A
história, negociada por uma refeição e um fogo morno, continuou por um
sentido desagradável. Nós não sabiamos a identidade deste desconhecido,
nem sabiamos porque ele dizia estas histórias. Contudo nós escutamos,
uma audiência cativa, incapaz de olhar para outro lado ou mover-se como
se uma força despercebida nos mantivesse fixados a nossos assentos.
O
homem agiu como se nós não estevissemos lá. Ele recolheu os galhos
secos em torno de seus pés e lançou-os no fogo morrendo. As chamas, que
quase tinham morrido, chamejaram altas com um vigor renovado. O homem
não olhou nem mesmo de relance para nossa direção enquanto começou a
falar outra vez.
"Minha história está agora quase no fim. A
história que eu estou a ponto de dizer lhes é familiar, a do poderoso
esforço dos seres humanos para continuar até este mesmo dia. Esta é a
história do continente após a queda de Elmoreden."
Episódio 18 - Batalha pelo continente
Enquanto
a dissolvição de Elmoreden trabalhou para retardar a queda do reino de
Perios, nada pode parar as pragas vindas das regiões de Gracia ao sul,
nem o frio devastador que varreu completamente o norte. Como aconteceu
com Elmoreden, Perios desapareceu nos tomes empoeirados da história.
Depois
que a queda destes grandes reinos, a terra teceu-se em um horrível
tumulto, e os tempos escuros evocaram memórias de depois da grande
praga. A aristocracia humana lutou entre si pela supremacia e alguns
concederam terras aos não humanos na troca da disponibilização de
forças armadas. O Orcs agarraram esta oportunidade e ganharam um campo
de comida e fortaleceram suas forças. Reorganizando seus exércitos, os
Orcs empreenderam outra vez sua campanha para dominar o continente.
Seus exércitos eram poderosos e ocuparam logo as partes do norte de
Elmore, mas a luta entre os orcs nobres e os orcs humildes enfraqueceu
seu poder.
Entre os conflitos, os elfos não podiam fazer nada alem
de lutar por suas próprias vidas na batalha infinita contra seus irmãos
negros. E os anões não tinham nenhuma utilidade para a campanha do
exército dos Orcs e foram empurrados facilmente de lado.
Neste
tempo, uma facção humana dominante emergiu, conhecida como o reino de
Elmore. Sua reivindicação em ser descendentes diretos do imperador de
Elmoreden, se verdade ou mito, foi aceita extensamente, porque tiveram
a verdade da força e a verdade do aço atrás de suas palavras. O
exército de Elmore colidiu com o exército dos Orcs em muitas terríveis
batalhas. A guerra empreendida sobre por muitos anos, custou muito a
cada lado. Os exércitos foram combinados uniformemente, porque embora
os seres humanos eram mais numerosos que seu inimigo, a força do
poderoso exército dos Orcs exerceu um formidável equilíbrio. No final,
entretanto, mal derrotados, os Orcs foram empurrados outra vez para
trás à suas próprias terras para terminar seu tempo e para traçar sua
vingança. Quanto aos anões, os poucos que remanesceram foram banidos do
continente humano para as profundidades das montanhas.
Com sua
força militar agora diminuída, o exército de Elmore finalmente teve o
controle de todas as terras do norte e marchou para o sul na missão de
reunir o continente sob a bandeira de Elmore. Mas a unificação do
continente dividido não aconteceu. Oren, o mais poderoso dos reinos do
sul, pôs para fora o exército que estava invadindo com seus fortes
mágicos e soldados bem treinados, e Elmore não pode combinar a fúria de
seu exército para defender sua terra.
Os vários reinos do sul
prosperaram sob a proteção de Oren e juntos começaram a formar uma
nação. Estes reinos mantiveram o contrapeso entre si, e cresceram
fortes e prósperos.
elfos, os seres humanos começaram a dar forma entre seus grupos a seus
primeiros reinos. O grupo central era composto do clan Athena e dos
humanos hábeis em magia. Protegeram seu grupo com seu poder, mantiveram
a ordem com ameaças, e tornaram-se ocasionalmente envolvidos em
pequenas e grandes batalhas.
A ordem foi restabelecida rapidamente
quando o líder de Athena, Shuniman, uniu as regiões conhecidas como
Aden e Elmore. Chamou seu reino de Elmoreden e estabeleceu-se como o
imperador. A coroa da ramificação da árvore que adornava a testa de
seus antepassados transformou-se em uma coroa do ouro com as jóias
resplandecendo em sua testa. Tornou-se conhecido como uma presença
quase igual aos deuses nos louros de seus seguidores.
O imperador
Shuniman preocupou-se com a limitação de vida dos seres humanos. De
fato que Gran Kain, deus da morte e da destruição, era seu criador e
deu aos seres humanos um complexo de inferioridade. Adicionalmente, as
histórias que foram criadas pelos amantes separados de outras raças
estavam humilhando profundamente os governantes das novas terras. Para
seu reino novo, necessitaram de um novo mito; uma nova história que
provasse o quanto eram nobres.
Eventualmente, e com uma reforma
religiosa em grande escala, Shuniman fez de Einhasad a deusa dos seres
humanos em vez de Gran Kain. O mito e a história foram mudados e os
seguidores de Gran Kain que praticavam a magia negra foram perseguidos.
A reforma religiosa continuada para gerações e eventualmente todos os
seres humanos acreditaram que Einhasad, deusa de bem, era sua criadora
e Gran Kain era simplesmente o deus do mal. Quando aprenderam isso,
Gran Kain riu aceitando.
"Mesmo se eles não me servem, eu não
ficarei irritado. Mas tolos seres humanos, não importa como vocês
tentam cobrir o céu com suas mãos, é o céu verdadeiramente menor do que
seu braço?"
Episódio 13 - Elmoreden e Perios
"Enquanto o
imperador Shuniman e o reino de Elmoreden cresciam e prosperidade, a
região de Gracia através do mar retumbava ainda com tumultos. A
geografia de Gracia era variada e perigosa e enquanto muitos grupos de
humanos batalhavam para ter o controle, nenhum grande poder tinha
emergido para unificar o governo. Os reinos pequenos pontilharam a
paisagem, reivindicando pedaços da terra como seus e conduzindo
escaramuças menores a grandes batalhas enquanto se esforçaram para ter
o domínio.
O dia veio quando o forte exército de Elmoreden invadiu
a terra através da ponte ocidental do mar e os reinos de Gracia foram
forçados a se aliar em sua própria defesa. Muitos da realeza e da
aristocracia foram escravizados na invasão. A aristocracia sobrevivente
cresceu no poder. No final, a invasão de Elmoreden foi repelida,
contudo serviu criar uma fundação para o reino unificado de Gracia.
Este reino foi nomeado Perios.
Depois disso, Perios e Elmoreden
tornaram-se fechados no sentido de esforço para a dominação. Elmoreden,
que tinha estabelecido primeiramente um reino unificado e possuía um
grande poder militar, era imensamente superior. Mas Perios tinha sua
próprias vantagens. Primeiramente, o mar que separa os reinos limitou
as rotas de ataque de Elmoreden. Também com grande importância, o povo
de Perios possuía relíquias poderosas deixadas para trás pelos gigantes
que poderiam ser usados como vantagem militar.
Mesmo com seu poder de opressão, no fim as forças militares do reino de Elmoreden não podiam conquistar Perios."
Episódio 14 - Beleth e a Ivory tower
O
reino de Elmoreden era a morada da torre do marfim, uma instituição
para aprendizagem de magia. Os magos que trabalham dentro da torre do
marfim trabalharam para recuperar, estudar, e melhorar através da magia
dos antigos gigantes. O heroísmo mágico dos eruditos da torre era
grande, e sua influência no reino estava próxima a do imperador de
Elmoreden.
Entre aqueles da torre de marfim era Beleth, o mago
mais forte de todos e um dos maiores gênios que já andaram sobre a
terra. Ele tornou-se obcecado com a mágica dos gigantes e controlado a
adquirir quase todas suas forças. Mas o poder dos gigantes era um poder
amaldiçoado impróprio para seres humanos, e tendo o alcançado, a
ambição de Beleth e sede para por controlar a terra cresceram
enormemente. Alarmado, o reino e os magos da torre de marfim combinaram
forças para livrar-se de Beleth. Mas Beleth possuía força e poder
extremos nas artes das trevas.
Finalmente, os magos da torre de
marfim usaram a esquecida e proibida mágica das trevas para suprimir o
poder de Beleth mas foi apenas o bastante para prendê-lo e sela-lo nas
masmorras abaixo da torre. Contudo apesar dos cavalheiros e dos magos
que guardam o selo, Beleth sucedeu em quebrar o selo e em escapar. Ele
Fugiu para Hellbound para recuperar sua força e continuar em sua
ambição de conquistar a terra.
A Magia negra lançada para prender
Beleth teve um outro efeito. As porções a sul da região conhecida agora
como Gludio estava envolvida pela magia negra, e muitos seres humanos
foram mortos quando os feitiços foram lançados. O reino responsabilizou
Beleth e espalhou a noticia que Beleth era um diabo entre homens.
Episódio 15 - Discórdia elfica
Uma
grande mudança ocorreu nas florestas elficas nesta era. Tendo perdido o
controle do continente para os humanos, os elfos perderam gradualmente
sua confiança. Todos esqueceram de sua ambição de governar a terra e
tornaram-se satisfeitos com suas vidas calmas nas florestas.
Havia
um grupo conhecido como os elfos marrons que ficaram descontentes com a
complacência dos elfos. Possuíam uma forte ambição, insistiam que a
batalha com os seres humanos devia continuar, mesmo se significasse
usar a magia negra proibida. Entretanto, esta proposta encontrou uma
oposição violenta dos outros elfos.
Durante este tempo, um mago humano apareceu entre os elfos marrons e, aproximando do seu líder, falou.
"Rei
dos elfos marrons você deseja o poder. Mas os fracos elfos da árvore e
seus apoiadores temem que você alcance o grande poder que você merece.
Eles se preocupam somente se você os atacará ou os trará uma praga
maior provocando os humanos.” É foram aqueles pensamentos fracos que
criaram a atual fraqueza na raça elfica.
O líder de elfos marrons respondeu, "Quem é você, mago humano? Que objetivo você tem para nos enganar?"
“Meu
nome é Dasparion e eu sou um mero mago. Mas eu possuo a força que você
deseja. Eu posso ajudar lhe a alcançar suas ambições em retorno você
deve me dar o que eu desejar."
"O que você deseja? E o que pode ser?"
“Sua
juventude. O segredo da vida eterna; Um ligeiro sorriso apareceu nos
cantos da boca de Dasparion.” Embora eu possa ser hábil na magia, eu
ainda sou humano minha extensão de vida não passa de cem anos. Então, o
rei dos elfos marrons, qual é a sua decisão? Nós podemos ajudar um ao
outro com o que desejamos."
Seduzido pelos poder da magia negra
que Dasparion possuía, os elfos marrons aceitaram sua proposta e
aprenderam as artes negras sob sua tutela. Dasparion adquiriu por sua
vez o conhecimento da imortalidade e deixou a floresta satisfeito.
Sabendo
destes eventos, os elfos baniram os elfos marrons, que tinham
abandonado Einhasad e vieram seguir Gran Kain. Uma batalha seguiu entre
todos os elfos. Os elfos marrons, agindo em um plano de Dasparion,
usaram um feitiço mortal para aniquilar os elfos da árvore. Mas os
elfos da árvore, com sua respiração acabando, colocaram uma maldição em
sobre os elfos marrons. A maldição apodreceu as madeiras dos elfos e
eles se transformaram na raça da escuridão. Depois disso, os elfos
marrons foram conhecidos como elfos negros.
Episódio 16 - Fim de uma era de ouro
A
era de ouro de Elmoreden veio aproximadamente mil anos após seu
estabelecimento, durante o reinado do imperador Baium. Com grande
carisma e habilidades de liderança, Baium criou o mais forte exército
da história do reino. Este exército dirigiu-se aos orcs, que tiveram
influência considerável nas áreas ao norte de Elmore, nas florestas
negras, conhecidas mais tarde como o reino dos Orcs. Além disso, o
exército de Baium conduziu repetidos ataques contra o reino de Perios,
e ocupou eventualmente as partes ao sul de Gracia.
Com o passar
dos anos, Baium perdeu o interesse nas conquistas e usou as forças do
reino para começar a construção de uma torre que levanta-se acima das
nuvens.
“Meu nome inspira medo em cada canto do continente.
Dezenas de milhares das vidas podem ser perdidos ou salvas pelo
movimento de minha mão. Meu poder é absoluto. Que eu possa ter somente
este poder por algumas décadas, eu não posso aceitar! Não eu obterei a
vida eterna dos deuses e governarei meu reino eternamente!"
A
torre magnífica que Baium projetou levou trinta anos para ser
construída. Pretendeu usar a torre para escalar à residência dos deuses
e obter o segredo da vida eterna. Quando escalou a torre, os deuses
objetaram seu plano e deram-lhe esta resposta:
"Criança dos
humildes seres humanos, e um humilde humano você é: Você ousa sujar
nosso domicílio para conseguir sua vida eterna? Você não aprendeu nada
da lição dos gigantes? Muito bem, se a vida eterna for o que você
deseja, nós conceder-lhe-emos seu pedido. Mas você nunca deixará sua
torre."
Por ter trazido a fúria dos deuses sobre si, Baium ficou
preso por toda a eternidade no alto de sua torre. Após o
desaparecimento repentino do imperador, uma competição feroz estourou
entre membros da família real cada um se via apto para o ascender ao
trono. Os numerosos aristocratas viram também a oportunidade de estacar
sua reivindicação ao trono, deixando o reino inteiro de Elmoreden
enredado em conflito interno. Os custos e as exigências de trabalho
para a construção da torre tinham enfraquecido o reino. O conflito e a
fraqueza adicionados sobre o trono vago eram a última palha que
faltava. O reino resplandecente de Elmoreden, poderoso no continente
por mais do que mil anos caiu em declínio rápido. Dentro de uns meros
vinte anos, o reino estava dissolvido.
Episodio 17: O Retorno para a fogueira
A
história, negociada por uma refeição e um fogo morno, continuou por um
sentido desagradável. Nós não sabiamos a identidade deste desconhecido,
nem sabiamos porque ele dizia estas histórias. Contudo nós escutamos,
uma audiência cativa, incapaz de olhar para outro lado ou mover-se como
se uma força despercebida nos mantivesse fixados a nossos assentos.
O
homem agiu como se nós não estevissemos lá. Ele recolheu os galhos
secos em torno de seus pés e lançou-os no fogo morrendo. As chamas, que
quase tinham morrido, chamejaram altas com um vigor renovado. O homem
não olhou nem mesmo de relance para nossa direção enquanto começou a
falar outra vez.
"Minha história está agora quase no fim. A
história que eu estou a ponto de dizer lhes é familiar, a do poderoso
esforço dos seres humanos para continuar até este mesmo dia. Esta é a
história do continente após a queda de Elmoreden."
Episódio 18 - Batalha pelo continente
Enquanto
a dissolvição de Elmoreden trabalhou para retardar a queda do reino de
Perios, nada pode parar as pragas vindas das regiões de Gracia ao sul,
nem o frio devastador que varreu completamente o norte. Como aconteceu
com Elmoreden, Perios desapareceu nos tomes empoeirados da história.
Depois
que a queda destes grandes reinos, a terra teceu-se em um horrível
tumulto, e os tempos escuros evocaram memórias de depois da grande
praga. A aristocracia humana lutou entre si pela supremacia e alguns
concederam terras aos não humanos na troca da disponibilização de
forças armadas. O Orcs agarraram esta oportunidade e ganharam um campo
de comida e fortaleceram suas forças. Reorganizando seus exércitos, os
Orcs empreenderam outra vez sua campanha para dominar o continente.
Seus exércitos eram poderosos e ocuparam logo as partes do norte de
Elmore, mas a luta entre os orcs nobres e os orcs humildes enfraqueceu
seu poder.
Entre os conflitos, os elfos não podiam fazer nada alem
de lutar por suas próprias vidas na batalha infinita contra seus irmãos
negros. E os anões não tinham nenhuma utilidade para a campanha do
exército dos Orcs e foram empurrados facilmente de lado.
Neste
tempo, uma facção humana dominante emergiu, conhecida como o reino de
Elmore. Sua reivindicação em ser descendentes diretos do imperador de
Elmoreden, se verdade ou mito, foi aceita extensamente, porque tiveram
a verdade da força e a verdade do aço atrás de suas palavras. O
exército de Elmore colidiu com o exército dos Orcs em muitas terríveis
batalhas. A guerra empreendida sobre por muitos anos, custou muito a
cada lado. Os exércitos foram combinados uniformemente, porque embora
os seres humanos eram mais numerosos que seu inimigo, a força do
poderoso exército dos Orcs exerceu um formidável equilíbrio. No final,
entretanto, mal derrotados, os Orcs foram empurrados outra vez para
trás à suas próprias terras para terminar seu tempo e para traçar sua
vingança. Quanto aos anões, os poucos que remanesceram foram banidos do
continente humano para as profundidades das montanhas.
Com sua
força militar agora diminuída, o exército de Elmore finalmente teve o
controle de todas as terras do norte e marchou para o sul na missão de
reunir o continente sob a bandeira de Elmore. Mas a unificação do
continente dividido não aconteceu. Oren, o mais poderoso dos reinos do
sul, pôs para fora o exército que estava invadindo com seus fortes
mágicos e soldados bem treinados, e Elmore não pode combinar a fúria de
seu exército para defender sua terra.
Os vários reinos do sul
prosperaram sob a proteção de Oren e juntos começaram a formar uma
nação. Estes reinos mantiveram o contrapeso entre si, e cresceram
fortes e prósperos.

Mumm-Ra- Número de Mensagens: 67
Idade: 17
Classe Base: Treasure Hunter
Lv:



Nick: JanI
K3LLy
Mumm-Ra
Data de inscrição: 18/07/2008

Episódio 19 - O levantar de dois reinos
Muitas guerras duraram através das numerosas
gerações, e fora do caos, Gracia transformou-se a primeira a alcançar
as encostas da unificação. Um homem chamado Paris, com seu poderoso
poder militar e tremenda força trouxe a gloria a seu povo, ganhando
muitas batalhas e reivindicando terras no nome de Beheim.
Paris
conseguiu o status legendário quando e seu exército veio de encontro
aos highlanders de Quaser. Em uma luta desesperada contra Tor, o
guerreiro o mais poderoso de Quaser, Paris golpeou uma ferida mortal.
Tendo nunca antes perdido uma luta, a lenda conta que Tor ferida tenha
falado, "Pode você ser realmente humano? Tal força, tal velocidade!"
Estando
ante seu inimigo, Paris olhou através do campo de batalha e respondeu,
“Eu desejo muito unificar esta terra. Bravos guerreiros do norte,
prometam-me sua lealdade, e junto nós conquistaremos tudo que se opõe a
nós."
Assim Paris conduziu aos Guerreiros brancos do falcão, aos
Guerreiros do vento, e agora os highlanders recentemente aliados
através das terras de Gracia e conseguiram muitas vitórias militares.
As terras de Beheim cresceram mais de cinco vezes suas fronteiras e
quanto a Paris, cresceu contra a realeza e ascendeu ao trono.
Entrementes,
as terras do sul estavam também com muita inquietação em muito foi
concernido com a notícia dos desentendimentos de Gracia e de Elmore. Um
líder carismático com o nome de Raoul apareceu, e conduziu a sua
própria campanha para armar uma força pessoal sob sua bandeira. Uma voz
impetuosa, Raoul derrotou aqueles que o opuseram não com armas mas com
palavras. Um de seus discursos foi geralmente como este:
"Senhores
da terra! Vocês não vêem o que está acontecendo além de nossas
fronteiras? Os grandes inimigos marcham em nossa direção enquanto
falamos! O reino de Elmore tem procurado por muito tempo nossa riqueza
e nossas terras e está esperando somente o momento certo de atacar. Se
a região de Gracia através do mar decidir também se mover, nos
fugiremos! Não há nenhuma outra opção do que a de juntar nossos
exércitos sob uma bandeira e preparar-se para a guerra."
Raoul
usou sua persuasão para manter as terras do sul unidas. Mas se a ameaça
percebida do reino de Elmore não foi tão grande como pareceu, porque
estavam muito ocupados com o levantar maciço dos orcs para focalizar
toda a atenção em Aden.
Então, Raoul combinou forças com seu leal
aliado Inadril, e juntos estas terras estabeleceram o reino de Aden. Ao
contrário de Paris, Raoul empreendeu uma campanha com pouco
derramamento de sangue e progrediu fácil em direção a oeste para
adquirir Kiran e Dion.
Foi em Oren que Raoul encontrou a primeira
resistência ao seu plano. Oren reivindicou-se ser o líder das terras do
sul e não se aceitou nenhum líder à exceção dos seus próprios.
Eventualmente, os dois reinos vieram a ser debater, mas o reino de Aden
manobrou uma vitória notável. O reino de Gludio, testemunha do poder do
exército de Aden, escolheu voluntariamente aliar-se a Aden, terminando
a unificação de Aden. Depois disso, Raoul tornou-se conhecido como o
rei da unificação.
Episódio 20 - Os herdeiros da terra
Logo
após a unificação de Aden, Gracia solidificou suas próprias terras
quando a última oposição restante, o Hwuh, caiu nas mãos de Paris.
Paris moveu o capital para Arpenino e reorganizou a estrutura do seu
reino.
O poder recente de Aden provou sua força ao ter sua defesa
bem sucedida de encontro ao avanço de Elmore. Entretanto, uma nova
página foi virada na história de Aden quando uma tragédia golpeou Aden
com a morte repentina de Raoul. Sentindo o momento de atacar, Elmore
invadiu repetidamente nas terras do norte de Aden. O sucessor de Raoul,
Trabis foi abiu em manter afastados os invasores, mas logo foi afastado
por uma doença misteriosa. O seguinte na linha para o trono era um
menino dezesseis anos com o nome de Amadeo.
Ao ouvir a notícia,
Paris exclamou, “Os céus estão ajudando o reino de Gracia! Um rei de
dezesseis anos? Esta será a queda do reino de Aden.
Mas Paris
subestimou o jovem Amadeo. O rei menino sucedeu brilhantemente na
defesa de um ataque em grande escala de Elmore, Paris viu a
oportunidade de conquistar Aden se afastar.. Ignorando o conselho de
todos, incluindo seu braço direito Dillios, Paris lançou um ataque
maciço em Aden pela terra e pelo mar.
Os resultados foram desastrosos.
Asteir, rei deposto de Elmore, juntou forças com Aden, inimigo do seu pai por muito tempo.
"Você não tem vergonha? Você deve cair em sua própria espada para estar no lado do inimigo de seu pai!" Paris gritou com raiva.
Asteir depondo os comentários retrucou,” Isto pode ser cuidado mais tarde, mas por agora você é minha principal presa."
A
batalha de Kiran provou ser o ponto de virada da guerra, e as tropas de
Gracian, batidas e desmoralizadas, recuaram para suas próprias terras.
A falha na invasão de Aden deixou uma ferida profunda no orgulho de
Paris, porque nunca tinha conhecido a derrota. Eventualmente, Paris
tornou-se doente e morreu logo em seguida.
O herdeiro de Gracian
era um homem frágil chamado Carnaria, e muitos julgaravam-no inadequado
a governar o reino. Em oposição, Cucarus desafiou a reivindicação de
Carnaria ao trono. Apoiado por Paris uma vez que confiou no conselheiro
Dillios, Cucarus ganhou popularidade com o povo de Gracian, e ele e
Carnaria racharam o reino em duas facções. Gracia norte e Gracia sul
tornaram-se inimigos amargos e seus esforços consumiram todas suas
energias.
Estas foram as melhores notícias para Amadeo, e usou a
ruptura nas lutas para fortalecer o reino de Aden. Com seus esforços,
Aden, Elmore e Gracia participaram em um tratado da paz e uma era da
paz assim passou.
Episódio 21 - Epílogo
Quando
o homem terminou sua história, A luz tinha começado a rastejar pelo céu
escuro. A longa noite tinha passado e o alvorecer estava vindo. Nada
remanesceu do fogo alem de cinza. O contador de histórias ascendeu seu
fumo outra vez, e fez um sopro contemplativo.
"Então minha
história acabou por enquanto. Porque o tempo passa, talvez a história
continuará? Quem sabe, talvez algum dia seus nomes estarão em minha
história?"
A luz do sol da manhã veio rastejando e eu poderia com
sentir urgência; que um evento significativo passava por mim. Fiz um
esforço encontrar minha voz, e ousei pedir, "Quem é você? Porque você
nos contou estas histórias e, e como você sabe todas elas?"
O
homem levantou-se a seus pés. Enquanto estava de pé, estava crescendo
em tamanho! Pareceu um homem normal ao sentar-se, mas agora era um
gigante, quase vinte pés de altura, moldava uma sombra sobre todos.
Suas características remanesceram indistinguíveis por baixo de seu
casaco grosso. Então lentamente, começou a desaparecer! Eu posso
somente descrevê-lo agora como se estivesse afastando-se das bordas, e
então de repente em um sopro do vento, sumiu assim como poeira.
Não
nos disse qualquer coisa naquele tempo, mas agora eu penso que sei quem
ele era. Disfarçar-se para dizer histórias às raças do mundo era
exatamente o tipo de ato que apelaria a um que existe desde o começo do
mundo. Talvez fosse o um que criou a raça humana.
gerações, e fora do caos, Gracia transformou-se a primeira a alcançar
as encostas da unificação. Um homem chamado Paris, com seu poderoso
poder militar e tremenda força trouxe a gloria a seu povo, ganhando
muitas batalhas e reivindicando terras no nome de Beheim.
Paris
conseguiu o status legendário quando e seu exército veio de encontro
aos highlanders de Quaser. Em uma luta desesperada contra Tor, o
guerreiro o mais poderoso de Quaser, Paris golpeou uma ferida mortal.
Tendo nunca antes perdido uma luta, a lenda conta que Tor ferida tenha
falado, "Pode você ser realmente humano? Tal força, tal velocidade!"
Estando
ante seu inimigo, Paris olhou através do campo de batalha e respondeu,
“Eu desejo muito unificar esta terra. Bravos guerreiros do norte,
prometam-me sua lealdade, e junto nós conquistaremos tudo que se opõe a
nós."
Assim Paris conduziu aos Guerreiros brancos do falcão, aos
Guerreiros do vento, e agora os highlanders recentemente aliados
através das terras de Gracia e conseguiram muitas vitórias militares.
As terras de Beheim cresceram mais de cinco vezes suas fronteiras e
quanto a Paris, cresceu contra a realeza e ascendeu ao trono.
Entrementes,
as terras do sul estavam também com muita inquietação em muito foi
concernido com a notícia dos desentendimentos de Gracia e de Elmore. Um
líder carismático com o nome de Raoul apareceu, e conduziu a sua
própria campanha para armar uma força pessoal sob sua bandeira. Uma voz
impetuosa, Raoul derrotou aqueles que o opuseram não com armas mas com
palavras. Um de seus discursos foi geralmente como este:
"Senhores
da terra! Vocês não vêem o que está acontecendo além de nossas
fronteiras? Os grandes inimigos marcham em nossa direção enquanto
falamos! O reino de Elmore tem procurado por muito tempo nossa riqueza
e nossas terras e está esperando somente o momento certo de atacar. Se
a região de Gracia através do mar decidir também se mover, nos
fugiremos! Não há nenhuma outra opção do que a de juntar nossos
exércitos sob uma bandeira e preparar-se para a guerra."
Raoul
usou sua persuasão para manter as terras do sul unidas. Mas se a ameaça
percebida do reino de Elmore não foi tão grande como pareceu, porque
estavam muito ocupados com o levantar maciço dos orcs para focalizar
toda a atenção em Aden.
Então, Raoul combinou forças com seu leal
aliado Inadril, e juntos estas terras estabeleceram o reino de Aden. Ao
contrário de Paris, Raoul empreendeu uma campanha com pouco
derramamento de sangue e progrediu fácil em direção a oeste para
adquirir Kiran e Dion.
Foi em Oren que Raoul encontrou a primeira
resistência ao seu plano. Oren reivindicou-se ser o líder das terras do
sul e não se aceitou nenhum líder à exceção dos seus próprios.
Eventualmente, os dois reinos vieram a ser debater, mas o reino de Aden
manobrou uma vitória notável. O reino de Gludio, testemunha do poder do
exército de Aden, escolheu voluntariamente aliar-se a Aden, terminando
a unificação de Aden. Depois disso, Raoul tornou-se conhecido como o
rei da unificação.
Episódio 20 - Os herdeiros da terra
Logo
após a unificação de Aden, Gracia solidificou suas próprias terras
quando a última oposição restante, o Hwuh, caiu nas mãos de Paris.
Paris moveu o capital para Arpenino e reorganizou a estrutura do seu
reino.
O poder recente de Aden provou sua força ao ter sua defesa
bem sucedida de encontro ao avanço de Elmore. Entretanto, uma nova
página foi virada na história de Aden quando uma tragédia golpeou Aden
com a morte repentina de Raoul. Sentindo o momento de atacar, Elmore
invadiu repetidamente nas terras do norte de Aden. O sucessor de Raoul,
Trabis foi abiu em manter afastados os invasores, mas logo foi afastado
por uma doença misteriosa. O seguinte na linha para o trono era um
menino dezesseis anos com o nome de Amadeo.
Ao ouvir a notícia,
Paris exclamou, “Os céus estão ajudando o reino de Gracia! Um rei de
dezesseis anos? Esta será a queda do reino de Aden.
Mas Paris
subestimou o jovem Amadeo. O rei menino sucedeu brilhantemente na
defesa de um ataque em grande escala de Elmore, Paris viu a
oportunidade de conquistar Aden se afastar.. Ignorando o conselho de
todos, incluindo seu braço direito Dillios, Paris lançou um ataque
maciço em Aden pela terra e pelo mar.
Os resultados foram desastrosos.
Asteir, rei deposto de Elmore, juntou forças com Aden, inimigo do seu pai por muito tempo.
"Você não tem vergonha? Você deve cair em sua própria espada para estar no lado do inimigo de seu pai!" Paris gritou com raiva.
Asteir depondo os comentários retrucou,” Isto pode ser cuidado mais tarde, mas por agora você é minha principal presa."
A
batalha de Kiran provou ser o ponto de virada da guerra, e as tropas de
Gracian, batidas e desmoralizadas, recuaram para suas próprias terras.
A falha na invasão de Aden deixou uma ferida profunda no orgulho de
Paris, porque nunca tinha conhecido a derrota. Eventualmente, Paris
tornou-se doente e morreu logo em seguida.
O herdeiro de Gracian
era um homem frágil chamado Carnaria, e muitos julgaravam-no inadequado
a governar o reino. Em oposição, Cucarus desafiou a reivindicação de
Carnaria ao trono. Apoiado por Paris uma vez que confiou no conselheiro
Dillios, Cucarus ganhou popularidade com o povo de Gracian, e ele e
Carnaria racharam o reino em duas facções. Gracia norte e Gracia sul
tornaram-se inimigos amargos e seus esforços consumiram todas suas
energias.
Estas foram as melhores notícias para Amadeo, e usou a
ruptura nas lutas para fortalecer o reino de Aden. Com seus esforços,
Aden, Elmore e Gracia participaram em um tratado da paz e uma era da
paz assim passou.
Episódio 21 - Epílogo
Quando
o homem terminou sua história, A luz tinha começado a rastejar pelo céu
escuro. A longa noite tinha passado e o alvorecer estava vindo. Nada
remanesceu do fogo alem de cinza. O contador de histórias ascendeu seu
fumo outra vez, e fez um sopro contemplativo.
"Então minha
história acabou por enquanto. Porque o tempo passa, talvez a história
continuará? Quem sabe, talvez algum dia seus nomes estarão em minha
história?"
A luz do sol da manhã veio rastejando e eu poderia com
sentir urgência; que um evento significativo passava por mim. Fiz um
esforço encontrar minha voz, e ousei pedir, "Quem é você? Porque você
nos contou estas histórias e, e como você sabe todas elas?"
O
homem levantou-se a seus pés. Enquanto estava de pé, estava crescendo
em tamanho! Pareceu um homem normal ao sentar-se, mas agora era um
gigante, quase vinte pés de altura, moldava uma sombra sobre todos.
Suas características remanesceram indistinguíveis por baixo de seu
casaco grosso. Então lentamente, começou a desaparecer! Eu posso
somente descrevê-lo agora como se estivesse afastando-se das bordas, e
então de repente em um sopro do vento, sumiu assim como poeira.
Não
nos disse qualquer coisa naquele tempo, mas agora eu penso que sei quem
ele era. Disfarçar-se para dizer histórias às raças do mundo era
exatamente o tipo de ato que apelaria a um que existe desde o começo do
mundo. Talvez fosse o um que criou a raça humana.

Mumm-Ra- Número de Mensagens: 67
Idade: 17
Classe Base: Treasure Hunter
Lv:



Nick: JanI
K3LLy
Mumm-Ra
Data de inscrição: 18/07/2008

Chronicle 1
Capítulo 1: Prenúncios de Guerra - A Batalha por Giran
Graças
aos esforços do Cardeal Seresin, as sementes de confiança parecem ter
finalmente brotado — pelo menos por algum tempo. O sentimento
angustiante de uma crise se aproximando era compartilhado por todas as
raças. As chamas infernais de guerra que consomem a toda a terra se
acenderam em um lugar que ninguém esperava — nem nas regiões
fronteiriças nem nas frias regiões do norte onde os monstros grassam,
mas bem no meio do reino dos humanos.
A História é a mais
severa professora de lições amargas que se repetem freqüentemente.
Humanos parecem precisar de inimigos tal como precisam de ar para
respirar. Se eles não encontram um adversário, começam a agitar aqueles
à sua volta. Desde que eu ouvi do desastre no Castelo de Giran, as
palavras do meu único professor me perseguem com seu perverso senso de
sabedoria: Uma vez que humanos são feitos com o refugo dos deuses, eles
são naturalmente sujos...
Depois que o embaixador Élfico
passou pelos esplêndidos portões do castelo de Aden, Duque Lewin
Waldner, que havia mantido controle de Gludio, foi expulso do
território. O novo lorde não era nada mais que um aventureiro de raízes
desconhecidas. Em Dion, Duque Ashton foi forçado a abdicar de seu trono
para os rebeldes, fugindo para Aden. Bloqueados pelos mercenários Ol
Mahum, os soldados do Rei Amadeo não conseguiram ir defender o Duque.
As regras da batalha são cruéis — um líder rebelde que capture o
castelo se torna o legítimo governante de todo o território. O rei só
pode confirmar o resultado. Humanos fariam bem em ficar atentos — mesmo
rebeliões nas fronteiras distantes dos territórios podem fazem fazer o
reino entrar em colapso rapidamente. O destino já estava caminhando em
direção ao caos — uma importante batalha estava ocorrendo na parte mais
rica do reino, marcando um ponto de virada crucial nos eventos que se
desenrolavam.
Muitas questões suspeitas fazem parte da batalha
pelo Castelo de Giran. Com lordes vizinhos substituídos tão
abruptamente, como poderia Barão Carmon Esthus desnecessariamente
aplicar suas forças em uma expedição para conquistar Antharas? Onde
foram parar aqueles que sobreviveram ao ataque subseqüente? Onde estava
o próprio Barão e por que ele confiou seu castelo a Lionna Blackbird,
cuja importância é ainda desconhecida?
Por que aqueles no
campo de batalha alegremente se confortam com o fato de que as coisas
sempre foram assim? As respostas são tão aparentes para Sieghardt, um
mercenário que viajou de Elmore para lutar na guerra, como são também
para a jovem princesa que se esforça para defender o castelo a pedido
do Barão. Para ambos e para muitos como eles, as razões são os
Prenúncios da Guerra.
Chapter 1: Interlude - The Chaotic Era
Caos.
Profetas
predizem de sua vinda. Historiadores registram seu transcurso. Mas o
único que podem entender isto completamente são esses que sobreviveram
seu reinado… e eles são freqüentemente poucos e longe entre.
A
Era Caótica denominada originou de da erosão de poder real, aquele
vestígio de final do Império de Elmoreden. Com cada ano de transcurso,
o rei e o tribunal dele viram a esfera deles/delas de encolhimento de
controle mais adiante. Eles ainda poderiam influenciar moda, mas no
final das contas pequeno outro. Nem pôde as regras eclesiásticas, não
importa como cheio as tesourarias de templo deles/delas. O mundo tinha
ficado muito grande simplesmente, também fragmentou, muito diverso para
qualquer único grupo ditar o curso de eventos. Isso era a natureza dos
caos que penetraram a idade.
Era a Batalha para Castelo de
Giran que finalmente mostrou a verdade de um mundo virado de cabeça
para baixo: até mesmo um aventureiro desconhecido de nascimento comum
poderia aspirar—e atinge—o hitherto de poder reservaram para nobles.
Grupos de aventureiros, saltados junto como clãs, demonstraram a
habilidade deles/delas para dominar o habitante e negócios regionais,
particularmente quando eles arrearam o poder do castelo.
Chapter 2: Interlude - Protection Against Darkness
Os
clãs ficaram numerosos, mas mais mais era politicamente ingênuo.
Conspirações sombrias buscaram os manipular para avançar as próprias
ordens do dia deles/delas, enquanto reluzindo conflito difundido e
desordem. Como uma sombra que rasteja por um quarto de escurecimento,
caos esparramaram inexoravelmente pela terra. Monstros novos estranhos
pareciam desafogar destruição, e terrores antigos eram reawakened.
Mas
como os clãs cresceram mais fortes, eles também cresceram mais sábios.
Eles se livraram a influência controlando das conspirações e afirmaram,
conscientemente e intencionalmente, o próprio poder deles/delas para
amoldar eventos. Os Heróis novos e Noblesse ganharam posições de poder
e liderança dentro dos clãs, enquanto dando um padrão moral mais alto.
Uma
vez a ruína de aldeões e townspeople, os clãs se tornaram os protetores
deles/delas gradualmente contra as forças de escuridão. Como encerou o
poder deles/delas, até mesmo os inimigos gostam de Antharas, o terror
de Giran, e Valakas, o senhor de Goddard, fugido antes deles.
Uma
vez somente o hirelings de senhores, os clãs tinham suplantado os
mestres deles/delas eventualmente. Autoridade era nenhum mais longo um
acidente de nascimento, mas o resultado de mérito. Poder residiu com
esses que não só poderiam agarrar isto, mas segura isto. História tinha
pronunciado seu veredicto... ou teve isto?
Chapter 3: Interlude - The Giran Reunification
O
fato é que outro, forças mais menos visíveis estava também no jogo. Um
espírito novo da cooperação entre as cinco raças - seres humanos,
duendes, duendes escuros, anões, e Orcs - começou a crescer,
particularmente seguinte uma reunião secreta entre as pessoas idosas de
cada raça. Este de “ Giran Reunification" ocorreu agradecimentos aos
esforços de uma mulher misteriosa no azul, que recolheu as pessoas
idosas junto e revelado a elas a existência de uma sexta raça, as well
as as criaturas primitivas poderosas que residem em um console remoto
que sobrevivesse de algum modo a guerra antiga dos deuses. Enfrentado
com oportunidades novas e ameaças novas potenciais, as pessoas idosas
começaram a ajudar secretamente aos clans com as armas produzidas em
massa novas potent e a fechar � chave a informação estratégica. Longe
do resultado final, os clans deviam ser os blocos de edifício de uma
idade dourada nova, uma que misturou os mais melhores atributos de cada
uma das raças: a sabedoria dos duendes, a força do Orcs, o cleverness
dos anões, o conhecimento dos duendes escuros, e a versatilidade dos
seres humanos.
Graças
aos esforços do Cardeal Seresin, as sementes de confiança parecem ter
finalmente brotado — pelo menos por algum tempo. O sentimento
angustiante de uma crise se aproximando era compartilhado por todas as
raças. As chamas infernais de guerra que consomem a toda a terra se
acenderam em um lugar que ninguém esperava — nem nas regiões
fronteiriças nem nas frias regiões do norte onde os monstros grassam,
mas bem no meio do reino dos humanos.
A História é a mais
severa professora de lições amargas que se repetem freqüentemente.
Humanos parecem precisar de inimigos tal como precisam de ar para
respirar. Se eles não encontram um adversário, começam a agitar aqueles
à sua volta. Desde que eu ouvi do desastre no Castelo de Giran, as
palavras do meu único professor me perseguem com seu perverso senso de
sabedoria: Uma vez que humanos são feitos com o refugo dos deuses, eles
são naturalmente sujos...
Depois que o embaixador Élfico
passou pelos esplêndidos portões do castelo de Aden, Duque Lewin
Waldner, que havia mantido controle de Gludio, foi expulso do
território. O novo lorde não era nada mais que um aventureiro de raízes
desconhecidas. Em Dion, Duque Ashton foi forçado a abdicar de seu trono
para os rebeldes, fugindo para Aden. Bloqueados pelos mercenários Ol
Mahum, os soldados do Rei Amadeo não conseguiram ir defender o Duque.
As regras da batalha são cruéis — um líder rebelde que capture o
castelo se torna o legítimo governante de todo o território. O rei só
pode confirmar o resultado. Humanos fariam bem em ficar atentos — mesmo
rebeliões nas fronteiras distantes dos territórios podem fazem fazer o
reino entrar em colapso rapidamente. O destino já estava caminhando em
direção ao caos — uma importante batalha estava ocorrendo na parte mais
rica do reino, marcando um ponto de virada crucial nos eventos que se
desenrolavam.
Muitas questões suspeitas fazem parte da batalha
pelo Castelo de Giran. Com lordes vizinhos substituídos tão
abruptamente, como poderia Barão Carmon Esthus desnecessariamente
aplicar suas forças em uma expedição para conquistar Antharas? Onde
foram parar aqueles que sobreviveram ao ataque subseqüente? Onde estava
o próprio Barão e por que ele confiou seu castelo a Lionna Blackbird,
cuja importância é ainda desconhecida?
Por que aqueles no
campo de batalha alegremente se confortam com o fato de que as coisas
sempre foram assim? As respostas são tão aparentes para Sieghardt, um
mercenário que viajou de Elmore para lutar na guerra, como são também
para a jovem princesa que se esforça para defender o castelo a pedido
do Barão. Para ambos e para muitos como eles, as razões são os
Prenúncios da Guerra.
Chapter 1: Interlude - The Chaotic Era
Caos.
Profetas
predizem de sua vinda. Historiadores registram seu transcurso. Mas o
único que podem entender isto completamente são esses que sobreviveram
seu reinado… e eles são freqüentemente poucos e longe entre.
A
Era Caótica denominada originou de da erosão de poder real, aquele
vestígio de final do Império de Elmoreden. Com cada ano de transcurso,
o rei e o tribunal dele viram a esfera deles/delas de encolhimento de
controle mais adiante. Eles ainda poderiam influenciar moda, mas no
final das contas pequeno outro. Nem pôde as regras eclesiásticas, não
importa como cheio as tesourarias de templo deles/delas. O mundo tinha
ficado muito grande simplesmente, também fragmentou, muito diverso para
qualquer único grupo ditar o curso de eventos. Isso era a natureza dos
caos que penetraram a idade.
Era a Batalha para Castelo de
Giran que finalmente mostrou a verdade de um mundo virado de cabeça
para baixo: até mesmo um aventureiro desconhecido de nascimento comum
poderia aspirar—e atinge—o hitherto de poder reservaram para nobles.
Grupos de aventureiros, saltados junto como clãs, demonstraram a
habilidade deles/delas para dominar o habitante e negócios regionais,
particularmente quando eles arrearam o poder do castelo.
Chapter 2: Interlude - Protection Against Darkness
Os
clãs ficaram numerosos, mas mais mais era politicamente ingênuo.
Conspirações sombrias buscaram os manipular para avançar as próprias
ordens do dia deles/delas, enquanto reluzindo conflito difundido e
desordem. Como uma sombra que rasteja por um quarto de escurecimento,
caos esparramaram inexoravelmente pela terra. Monstros novos estranhos
pareciam desafogar destruição, e terrores antigos eram reawakened.
Mas
como os clãs cresceram mais fortes, eles também cresceram mais sábios.
Eles se livraram a influência controlando das conspirações e afirmaram,
conscientemente e intencionalmente, o próprio poder deles/delas para
amoldar eventos. Os Heróis novos e Noblesse ganharam posições de poder
e liderança dentro dos clãs, enquanto dando um padrão moral mais alto.
Uma
vez a ruína de aldeões e townspeople, os clãs se tornaram os protetores
deles/delas gradualmente contra as forças de escuridão. Como encerou o
poder deles/delas, até mesmo os inimigos gostam de Antharas, o terror
de Giran, e Valakas, o senhor de Goddard, fugido antes deles.
Uma
vez somente o hirelings de senhores, os clãs tinham suplantado os
mestres deles/delas eventualmente. Autoridade era nenhum mais longo um
acidente de nascimento, mas o resultado de mérito. Poder residiu com
esses que não só poderiam agarrar isto, mas segura isto. História tinha
pronunciado seu veredicto... ou teve isto?
Chapter 3: Interlude - The Giran Reunification
O
fato é que outro, forças mais menos visíveis estava também no jogo. Um
espírito novo da cooperação entre as cinco raças - seres humanos,
duendes, duendes escuros, anões, e Orcs - começou a crescer,
particularmente seguinte uma reunião secreta entre as pessoas idosas de
cada raça. Este de “ Giran Reunification" ocorreu agradecimentos aos
esforços de uma mulher misteriosa no azul, que recolheu as pessoas
idosas junto e revelado a elas a existência de uma sexta raça, as well
as as criaturas primitivas poderosas que residem em um console remoto
que sobrevivesse de algum modo a guerra antiga dos deuses. Enfrentado
com oportunidades novas e ameaças novas potenciais, as pessoas idosas
começaram a ajudar secretamente aos clans com as armas produzidas em
massa novas potent e a fechar � chave a informação estratégica. Longe
do resultado final, os clans deviam ser os blocos de edifício de uma
idade dourada nova, uma que misturou os mais melhores atributos de cada
uma das raças: a sabedoria dos duendes, a força do Orcs, o cleverness
dos anões, o conhecimento dos duendes escuros, e a versatilidade dos
seres humanos.
_________________
Line][age é Arte
Morrer faz Parte
Pekalizar é Moda
Sobreviver que é Foda!

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